- Anuncie
- Assine

   
 
Estilo // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


Estilo casa
Arte no último
O triplex da marchande Jacqueline Shor no bairro dos Jardins, em São Paulo, é uma galeria sempre aberta aos amigos e cenário das festas mais fervidas da pauliceia, onde o high encontra todos os sotaques numa babel chique e multicultural

Silviane Neno Fotos Marcelo Navarro/Ag. IstoÉ

 

Jacque com os pets Lolita, Blanca e Kuky. A tela maior é do cubano Douglas Peres. A borboleta é de Erica Harsch. No canto, abaixo, o CHUVEIRO no lavabo é de um artista chileno. A pecinha em cima, branca, representa a origem da existência e os DOMINÓS coloridos, embaixo, as cores da vida

EM FEVEREIRO deste ano, o casamento da empresária e marchande peruana Jacqueline Shor movimentou a sociedade de São Paulo. Também, pudera, além de ter arrebatado o coração de um conde espanhol – e herdeiro dos fabricantes dos famosos presuntos Pata Negra –, o empresário José María Ledesma, Jacque armou uma semana inteira de comemorações, bem ao estilo do país do noivo. A cidade se encheu de gente dos quatros cantos do mundo e não se falou em outra coisa. Os gringos, bem... todos bonitos, finos e alegremente convidados para o casamento do ano. A festa em si foi no Jockey Club. Nos salões, 900 pessoas, Jacque vestida de Oscar de La Renta e com tiara de brilhantes há quatro gerações nos Tous de Monsalve, a família de José María.

Como a noiva já tinha o apartamento montado, sugeriu para os amigos mais íntimos que se juntassem para uma espécie de vaquinha chique. O presente em questão seria uma obra de arte. Mais especificamente, um Vik Muniz da série Divas. Jacque estava apaixonada pelo retrato de Jackie O. E assim foi. Uma turma de 35 generosos amigos arrematou o quadro da galeria Fortes Vilaça e Jacque casou ainda mais feliz.

A peça hoje compõe a impressionante galeria que ela mantém em casa. Na sala principal, um dos destaques é um imenso painel em acrílico do cubano Antonio Espinosa, que Jacque representa. No casamento, aliás, todos os convidados levaram para casa uma litografia dele. Um luxo!

O mobiliário sóbrio da Artefacto foi escolhido de forma a não roubar o vedetismo das obras nas paredes. Aliás, não há um só espaço em branco, nenhum hiato entre as surpresas emolduradas. Uma das preferidas da dona da casa é um pequeno quadro de outro cubano, Tomás Sanchez, amigo de Fidel Castro. A aquarela, de uma delicadeza naïf, reproduz a Sierra Maestra onde brotou a revolução dos barbudos. O quadro foi presente do filho de Fidel, Alex, de quem Jacque é amiga. Uma visita ao triplex é uma experiência artsy permeada de boas histórias. Histórias que ela vai contando em ritmo frenético, cheia de sotaque. Histórias que já viraram livro. Jacque já escreveu cinco. De contos e frases. Uma das que mais gosta: “A verdade parece muito com a arte, depende do olhar de cada espectador.” O próximo livro será um romance e, para começar a produzi-lo, embarcou para uma ilha no Caribe, em busca da paz necessária.

 

1 | 2 | Próxima >>

   


Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS