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Quatro é bom, cinco é demais
Annette Bening e Julianne Moore formam um casal no divertido Minhas Mães e Meu Pai, que fala da maternidade em uma família nada convencional

Por Suzana Uchôa Itiberê

 

SUZANNE TENNER/DIVULGAÇÃO
As atrizes formam o casal que tem uma intimidade de fazer inveja

★★★ COMÉDIA

A QUESTÃO DA MATERNIDADE está na moda em Hollywood com o lançamento de uma série de filmes que exploram tanto a adoção, como Destinos Ligados e Quando me Apaixono, quanto a gravidez fruto de inseminação artificial, que movimentou a trama dos recentes Plano B e Coincidências do Amor. Sensação no último Festival de Sundance, Minhas Mães e Meu Pai faz parte do segundo grupo, embora sua gênese seja muito mais pessoal do que oportunista. Homossexual assumida, a diretora Lisa Cholodenko se inspirou na própria experiência da busca de um doador de sêmem para criar o casal formado por Julianne Moore e Annette Bening. Na trama, elas estão juntas há duas décadas e são mães de dois adolescentes. A família pouco convencional ganha um quinto e inesperado integrante quando os filhos decidem procurar o pai biológico – e Mark Ruffalo está um charme como esse sujeito viril e deliciosamente juvenil.

Não há nada de excepcional ou profundo na abordagem dos conflitos e dos ajustes que cada um deles terá pela frente ao lidar com a nova situação. Mas é justamente essa leveza e naturalidade que autentica o filme e o torna um programa agradável. Nem mesmo o fato de se tratar de uma relação lésbica deve restringir o público, pois a cineasta quer é falar de casamento, das alegrias e dificuldades que fazem parte de todos eles. Agora, Julianne e Annette são um arraso em cena. Uma um bocadinho mais feminina que a outra e com intimidade e sintonia de fazer inveja a muitos casais heteros.

(16 anos)

 

   


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