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Eleições
Nunca na história deste país
Enérgica, durona, vaidosa e grande amiga do ex-marido. Eleita por quase 56 milhões de brasileiros, aos 62 anos, Dilma Rousseff é a primeira mulher a subir a rampa do Palácio do Planalto como presidente do Brasil

Por Silviane Neno

De cima para baixo: Com o neto, Gabriel, primogênito da única filha, Paula
Abaixo, como secretária da Fazenda de Porto Alegre. Com Leonel Brizola, no final dos anos 70. Ela ajudou a fundar o PDT.


“Turma da alpargatas”
Foi assim desde sempre, desde jovem, primeiro o trabalho. A festa...bem, ela preferia olhar de longe. No final dos anos 70, logo depois da Anistia, ela já tinha 30 anos quando ajudou a fundar o PDT, o partido de Leonel Brizola. Dilma fazia parte de um grupo de amigos militantes conhecido como a “turma da alpargatas”. Foi batizado assim porque o marido dela, o advogado e ex-deputado Carlos Franklin de Araújo, desenvolvera uma alergia a pólen e por conta disso não conseguia usar sapatos fechados. Naquela primavera optou pela sandália, bem no estilo bicho-grilo daqueles anos esperançosos. Os companheiros seguiram a tendência. “De todos nós ela era a mais séria”, lembra Milton Zuanazzi, um dos integrantes da turma do chinelão, que veio a presidir a Anac de 2007 até o final de 2008. “Mesmo nas noites animadas na casa deles, em Porto Alegre, ela sempre estava concentrada, lendo algum livro.”

E se sua própria história fosse transformada em livro, um dos capítulos mais palpitantes trataria de sua militância em agremiações políticas que durante o regime militar defendiam a luta armada. Dilma fez parte da Política Operária (Polop), do Comando de Libertação Nacional (Colina) e da Vanguarda Armada Revolucionária (Var-Palmares). Um passado que ela jamais renegou. E nenhum momento foi mais definidor dessa biografia que o histórico embate com o senador potiguar José Agripino Maia (DEM), em agosto de 2009. Em depoimento aos senadores, que a questionavam sobre um suposto dossiê montado pela Casa Civil para bisbilhotar Fernando Henrique Cardoso, a agora presidente eleita foi incisiva – e comovente.

 

 

 

 

Acima, em 2005, ao substituir José Dirceu na Casa Civil. Com a filha Paula, o enteado Leandro e o ex-marido Carlos de Araújo, o guru da turma da alpargatas. Amigos inseparáveis. Abaixo, em 2003, conferindo resultados como ministra de Minas e Energia

 

 

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