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Corinne Bailey Rae
De passagem pelo Brasil para shows, a cantora fala do novo disco gravado após a perda do marido, do gosto pela música brasileira e da nova cena musical britânica

Por Aina Pinto

 

DIVULGAÇÃO
Corinne apresenta o show da turnê The Sea

Discreta, a inglesa Corinne Bailey Rae, 31 anos, optou por se expor. Não nas redes sociais, ou em jornais e revistas. Resolveu falar sobre um momento pessoal no trabalho. Um ano após a morte do marido, o saxofonista Jason Rae, em 2008, ela lançou The Sea e transformou o luto em canção. Ótimo, o trabalho mostra que ela é mais que cantora de um só disco bem-sucedido – o primeiro, de 2006, teve mais de 4 milhões de cópias e hits como “Put Your Records On” e “Like a Star”. Corinne diz ter decidido falar sobre o assunto porque quis que o álbum soasse honesto e acredita que possa ajudar quem passa por isso. O que não significa que tenha aderido a um luto permanente, nem que o álbum seja apenas melancólico. No Brasil para shows na quinta-feira 4, em São Paulo, e no sábado 6, no Rio, ela parece sinceramente empolgada com a visita ao País, conta ter ouvido um disco de Elis Regina duas vezes antes da entrevista, fala sobre o trabalho e a atual cena musical britânica.

Quando gravou seu primeiro disco, pensava em um dia ser ouvida por tanta gente?
Isso nunca esteve nos meus planos. As músicas tocam em mais lugares do que aqueles onde eu estive, como Índia e Argentina. E está me levando ao Brasil, o que é como um sonho.

Como vai ser o show no Brasil?
Vai ser uma mistura de estilos e emoções. Tem canções mais intimistas e outras que são uma festa. Canto tudo do disco novo, muitas do primeiro, e algumas de outros artistas, como “Que sera sera” (Whatever Will Be Will Be), gravada pela Doris Day.

Por que decidiu falar sobre uma experiência pessoal, o luto, em seu novo disco?
Quis eu mesma escrever as músicas para que soassem honestas e pudessem ajudar. Assuntos como esses, perdas, luto, não se ouvem na música pop, talvez porque não seja falado por quem passa por isso. Mas há muitas pessoas que podem estar sofrendo. Uma das razões pelas quais achei que poderia ajudar foi porque falar sobre isso não é estranho, é normal se sentir desse jeito.

“Amor e luto são experiências devastadoras”

Por que você escolheu “The Sea” (O Mar) para ser a o nome do disco?
É uma boa metáfora emocional e também para o movimento do álbum. É uma boa imagem para o amor, para o luto, que são experiências emocionais devastadoras. O mar pode maravilhar, lavar, envolver, mudar e pode destruir.

Você conhece a música brasileira?
Sim, e adoro o que conheço. Antes da entrevista, ouvi um disco de Elis Regina duas vezes. Tem influência de jazz, muda frequentemente a melodia. Uma canção como “Like a Star” não é do mesmo estilo, mas tem essas mudanças. É como “One Note Samba”, de que eu gosto muito. A gravação de João Gilberto é muito bonita.

E como vê a atual cena musical britânica, com tantas jovens cantoras mesclando estilos como jazz, blues, folk, funk?
A música britânica tem influências variadas. Eu me vejo muito influenciada e aberta a outras culturas. Quando era adolescente, descobrindo a minha identidade, o que era ser inglesa, ser essa mistura de raças (a mãe de Corinne é inglesa e o pai, caribenho), foi importante conhecer a cultura afro-americana. Assim como é importante ir ao Brasil, que tem tanta influência africana e europeia. Não sou arrogante de dizer que a música britânica criou alguma coisa. Ela emprestou de todo mundo (risos).

Via Funchal – R. Funchal, 65, São Paulo,
tel.: (11) 2144-5444

HSBC Arena – av. Embaixador Abelardo Bueno, 3.401, Rio de Janeiro,
tel.: (21) 3035-5200

 

 

Ivan Lins
Em resposta à entrevista do cantor, publicada na edição 581 de Gente, a assessoria do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome esclarece: o “Bolsa Família libertou a população pobre de favores, ao contrário do que airma o cantor Ivan Lins em entrevista publicada pela revista IstoÉ Gente. (...) O programa, que transfere hoje R$ 1,2 bilhão por mês à população pobre, respondeu pela redução de 21% da desigualdade e também contribuiu com a queda de 35% da pobreza nos últimos anos.”

 

 

 

   


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