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Perfil
Todas querem ser Cris Barros
Linda, bem- sucedida e... magérrima! Adorada pelas clientes, elogiada pela crítica, cobiçada pelos homens - e tudo isso com apenas 38 anos. Entenda o segredo do sucesso desta estilista que virou ícone de sua geração

Fabiano Mazzei Fotos Pedro Dias/Ag.IstoÉ Make-up Eliezer Lopes

 

A estilista exibe a silhueta impecável – 1,69 m e 54 quilos – no provador de sua loja no Iguatemi

AOS 38 ANOS, Cris Barros vive um conto de fadas moderno. Não daqueles em que a fada madrinha surge do nada e lhe concede desejos. A história encantada aqui também tem sua magia e até um príncipe, mas nada que tenha lhe caído dos céus. Há oito anos, a paulistana “mezzo carioca”, como ela própria se define – por conta da mãe, nascida no Rio – lançava sua grife e começava a deixar sua marca nas clientes brasileiras. Uma moda versátil, elegante e, sobretudo, usável. À época, Cris criava os modelos mas também atendia o telefone, cuidava do financeiro e era sua própria modelo de prova. Trazia na bagagem os anos como modelo, a pós em moda no Istituto Marangoni, em Milão, e passagens pelos departamentos de marketing da Zoomp, do então dono Renato Kherlakian, e do portal iG, com o publicitário Nizan Guanaes.

De lá para cá, porém, a coisa cresceu. De cinco, Cris passou a ter 110 funcionários. De um ateliê na zona sul de São Paulo, hoje são três lojas prontas, duas prestes a inaugurar – uma delas na meca do consumo de alto padrão da cidade, o Shopping Iguatemi, local deste ensaio – e cerca de 80 pontos de venda em território nacional. Suas criações estão nas araras da Collette, em Paris, e vestem filhas e esposas de sheiks pelos países árabes. Um pequeno império erguido com total dedicação e perfeccionismo – e nenhum passe de mágica.

A “princesa”, dona deste reino, conquistou súditos nesta trajetória. A crítica de moda, ainda que lhe negue a alcunha de fashion, se derrama em elogios a cada coleção lançada. Ela também tem seu príncipe, o empresário Toninho Abdalla, 56 anos, com quem namora há pouco mais de um ano. Com ele, o cavalo branco foi dispensado, trocado por um jatinho particular que leva o casal para descansar no apartamento dele em Nova York. Cris também possui dois fiéis escudeiros, a irmã Daniela Verdi e o cunhado, Luís Felipe, o Phil, sócios no negócio e peças vitais desse sucesso.

O aumento da rede indica o rumo certo. Além da loja do Iguatemi, que abre no dia 26, Cris desembarca no Rio, mais precisamente no São Conrado Fashion Mall, no início de dezembro. “Abrir no Iguatemi é a realização de um sonho. Uma superconquista”, festeja ela, com aquele sorriso de quem decolou com um plano de voo nas mãos absolutamente detalhado e sob controle.

Cris é assim: prefere ter todos os detalhes sob sua supervisão. Foi assim nas fotos deste ensaio. Ela definiu a maquiagem, mais leve, “que sumisse com a luz da foto”, feita pelo make-up artist Eliezer Lopes. Escolheu, evidente, os looks que usou para posar. Marcou o tempo. E, entre uma foto e outra, uma observação ali, um pedido de retoque aqui na ambientação da loja, que estava sendo montada no mesmo instante. Tudo ao mesmo tempo e sem perder o sorriso quase adolescente. À seguir, um papo de pouco mais de 50 minutos com a estilista que virou ícone de uma geração de mulheres que cultuam sua criatividade, invejam sua beleza e adorariam encontrar uma fada madrinha para pedir tudo o que ela tem.

Como se sente abrindo uma loja no templo mais tradicional do consumo paulistano?
Hoje é um dia muito especial, é uma superconquista. É um shopping que é uma referência e que está sendo superbacana com a gente, desde a localização, a festa que a gente vai dar na inauguração, é uma super-realização! E vem junto com essa história do Rio, porque eu me sinto “mezzo carioca”.

 

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