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Mãe em jornada dupla
Atriz encara maternidade simultânea na ficção, em Juntos pelo Acaso, e na vida real, ao adotar um bebê

Por Bela Megale, de Nova York

 

Fotos PETER LOVINO/ DIVULGAÇÃO

A MENOS DE UMA SEMANA do início das filmagens da comédia romântica Juntos pelo Acaso, marcada para setembro de 2009, a vida da protagonista do filme, Katherine Heigl, pareceu se transformar na da fictícia Holly Berenson. No filme, ela é uma quituteira que se torna mãe adotiva de Sophie, ao lado de Eric Messer (Josh Duhamel), após a morte dos pais da criança. Na mesma época, Katherine recebeu com o marido, o músico Josh Kelley, a filha adotiva Naleigh, vinda da Coréia do Sul.

A atriz teve um apoio especial nos bastidores, a mãe Nancy, sua assessora há mais de 20 anos e produtora-executiva do filme. Foi seguindo seu exemplo que Katherine decidiu adotar um bebê sulcoreano, já que a irmã mais velha, Margaret Leigh, adotada pela mãe nos anos 70, é do mesmo país de onde veio Naleigh. Passar mais tempo com a filha foi uma das razões apontadas por Katherine para deixar o elenco da série Grey's Anatomy, que a transformou em estrela. Agora, novo nome das comédias românticas, ela diz preferir fazer cinema. "Fiquei seis anos fazendo televisão e ficou previsível. Gosto de mudanças, de viajar, e com o cinema tenho essa oportunidade", conta.

''Tinha acabado de me tornar mãe e não tinha conhecimento das técnicas que isso requeria. Fui seguindo meus instintos, como minha personagem fez"

Você trabalha com sua mãe há tempos, como funciona essa parceria?
Comecei a trabalhar aos 9 anos e, por isso, tinha de ser com minha mãe. Temos uma relação de muita colaboração e confiança. Por mais de 20 anos, ela me protege, cuida dos meus interesses e da minha agenda. Um trabalho como o dela é difícil de encontrar em Hollywood. Conheci grandes agentes, mas ninguém briga por mim como minha mãe.

A exemplo de sua mãe, você adotou uma criança da Coreia do Sul. Por quê?
Minha irmã é muito importante para mim, somos bem próximas. Ela já era parte da família quando cheguei. Quando comecei a minha própria família, queria ter esse mesmo ambiente.

Acha que é a adoção é um ato de coragem?
Quando minha mãe adotou minha irmã, nos anos 70, foi, pois não era comum. Eu a admiro muito por isso. Mas hoje as pessoas estão bem mais abertas à ideia de adotar um filho. Sou grata a Angelina Jolie, Sandra Bullock, pessoas que fizeram a adoção parte da vida delas.

Gostaria de ter um filho biológico?
Sim, não descarto nenhuma possibilidade.

Interpretar Holly ajudou você a se preparar para a maternidade?
As coisas aconteceram no mesmo momento. Achei que fazendo o filme antes da chegada de Naleigh, estaria mais preparada, mas ela acabou vindo quatro dias antes do início das filmagens. Tive de lidar com a maternidade na vida real e na ficção. Foi muito intenso.

Você se parece com Holly?
Muito. É a personagem mais parecida comigo que já interpretei. Tinha acabado de me tornar mãe e não tinha conhecimento das técnicas que isso requeria. Fui seguindo meus instintos, como minha personagem fez.

Sua filha sofreu uma cirurgia no coração antes de chegar até você. Como lidou com essa emoção, estando longe?
Quando Naleigh chegou, ela estava em fase de recuperação. O pânico era de que a cirurgia não fosse bem, mas está tudo ótimo. Agora que ela vive conosco, podemos vê-la, levá-la ao médico, ter esse tipo de cuidado. Ela não terá complicações e é perfeitamente saudável.

Depois de ter se tornado mãe, tem a intenção de trabalhar menos?
Já faço isso. Essa é uma das razões que me fez sair da televisão. Trabalho seis meses e não mais o ano inteiro.

Como lida com o rótulo de musa das comédias românticas?
Esses rótulos mudam com rapidez. Sou agradecida às pessoas que gostaram dos filmes que fiz. Há momentos de pressão e agora o desafio é manter o status, continuar fazendo as escolhas certas e filmes que o público goste. Se Juntos Pelo Acaso não for bem de bilheteria, partirá meu coração, mas sempre vou ter orgulho por fazer parte dele.

 

 

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