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Jornada de inocência e fé
Atriz reafirma seu vínculo com o texto brasileiro ao protagonizar Maria do Caritó, esperançosa peça de Newton Moreno

Por Daniel Schenker Wajnberg

 

PAULO JUNIOR
Lilia diz que essa é a peça mais divertida e comovente que já fez

TODO MUNDO SE LEMBRA de Lilia Cabral em Divã, adaptação do livro de Martha Medeiros que desembarcou no teatro e no cinema. Entretanto, por mais sucesso que Divã tenha alcançado, não seria justo falar sobre Lilia unicamente por causa desse trabalho. Nesse momento, a atriz apresenta o resultado de sua parceria com integrantes da companhia Os Fofos Encenam, com o dramaturgo Newton Moreno e os atores Leopoldo Pacheco, Fernando Neves e Silvia Poggetti, no espetáculo Maria do Caritó, dirigido por João Fonseca. Lilia encarna a personagem-título, uma solteirona que, perto dos 50 anos, decide casar, nem que para isso precise enfrentar a fúria do pai e de toda a cidade, convictos de sua santidade. Encenações como Divã e Maria do Caritó revelam a coerência nas escolhas da atriz, sempre entusiasmada com o texto brasileiro. Basta lembrar que se notabilizou nos palcos pelo humor irreverente de peças como Solteira, Casada, Viúva, Divorciada e Futuro do Pretérito, além de ter se destacado, no início da carreira, na montagem de Feliz Ano Velho, escorada no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva.

Ao longo de sua carreira, você vem fazendo sucesso com montagens de textos brasileiros. Houve, desde o início, o desejo de priorizar a dramaturgia nacional?
Sempre tive preferência pelo texto brasileiro, desde meus tempos de estudante na Escola de Arte Dramática (EAD). Dificilmente escolhia uma peça estrangeira. Hoje em dia, viajo e me deparo com ótimos textos, mas sinto vontade mesmo de voltar para cá e encenar uma peça nossa. Estamos assistindo, inclusive, ao surgimento de muitos jovens autores.

Além da valorização da obra brasileira, qual o critério que adota na seleção dos textos?
Quando sai de casa, o público quer entretenimento. Procuro textos que possibilitem rir ou chorar. Até porque a vida é assim: as pessoas gargalham, até que acontece algo que muda o rumo dos acontecimentos.

Maria do Caritó se aproxima ou se afasta de outras comédias que você já encenou no decorrer do tempo?
Maria do Caritó é um texto brasileiro e popular na essência, com personagens arquetípicos. Há um cenário nordestino, que ainda não tinha visitado. De qualquer modo, acho que é a peça mais divertida e comovente que já fiz. Newton Moreno fala de credulidade e imprime uma inocência que todo mundo conhece. A personagem importante é a esperança, a fé.

(12 anos)

Teatro dos Quatro – R. Marquês de São Vicente, 52/2º andar (Shopping da Gávea),
Tel. (21) 2274-9895.
Até 19/12.

 

   


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