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"Já passei por uma traição"
Aos 40 anos, ADRIANA ESTEVES revela que já perdoou uma traição, conta que a enteada, Agnes, filha de Vladimir Brichta, a chama de mãe e comenta como é encarnar uma moradora do Méier, bairro onde nasceu, na série As Cariocas, da Globo

Por Daniele Maia


ADRIANA ESTEVES DEU UM MERGULHO no passado para viver uma professora primária, casada e apaixonada pelo marido no episódio “A Vingativa do Méier”, da série As Cariocas, que estreia na terça-feira 19, na Globo. Nascida e criada no bairro, localizado no subúrbio do Rio, ela buscou em suas origens elementos para compor a personagem. “A moradora do Méier é muito sensual. Gosta de ser sexy, é vaidosa. Usei essas referências na Celi”, diz ela, que estava afastada da tevê desde o final do humorístico Toma Lá Dá Cá. Durante as gravações, Adriana reviveu lembranças e passou por experiências novas, como andar de trem. “Imagina só! Eu, carioca, suburbana, nascida e criada no Méier, nunca tinha andado de trem!”, brinca ela, que atualmente mora na Gávea, na zona sul da cidade, com o marido, Vladimir Brichta, os filhos Felipe, 10 anos, de sua união com Marco Ricca, e Vicente, de 4, do casamento com Brichta, e com a enteada, Agnes, de 13. Na entrevista que concedeu à Gente, Adriana fala da volta ao trabalho, de casamento, traição, filhos e amadurecimento.

Fotos: Ique Esteves / TV GLOBO
Acima e ao lado, a atriz em cena de “A Vingativa do Méier”, espisódio de As Cariocas

Fotos: Ique Esteves / TV GLOBO

 

Como é sua personagem em As Cariocas?
Celi é uma típica moradora do Méier. Uma mulher nova, vaidosa, sensual, trabalhadora. Feliz com sua vida do jeito que é. Só que com pouco tempo de casada, começa a achar que o marido a trai porque ele para de procurá-la sexualmente. Por isso, ela pensa em se vingar.

Sua personagem revida com a mesma moeda: uma traição. Como você reagiria?
Cada casal sabe em quais bases está fincada sua relação. Por isso, só passando pela situação e tendo amadurecimento, respeito e amor ainda, para analisar se tem como dar a volta por cima e perdoar. Eu passaria por cima de uma traição. Não só passaria como, aliás, já passei. Tenho 40 anos, minha estrada é longa (risos). Mas é claro, é algo que quebra o primeiro código da relação estabelecida até então. Mas com amor, maturidade e vontade, dá para se reconstruir a relação de novo.


Você e Vladimir têm a mesma profissão. Como é a relação no dia a dia?
É ótima simplesmente porque Vlad é maravilhoso. É um parceiro, um companheiro e tanto. A gente pensa muito igual em tudo, o que torna mais fácil nossa relação. Sem falar na admiração e no respeito que tenho pelo trabalho dele. Essa troca é muito boa e só fortalece o casal.


Você tem dois filhos e uma enteada. Como se divide como mãe e atriz?

Meus filhos são minha vida, minha paixão. É um sentimento tão forte que tudo se equilibra, mesmo quando a gente está trabalhando muito. Até porque tenho todo um aparato que me ajuda: um marido incrível, superparceiro; um ex-marido presente na vida do meu filho; avós; empregada, e as próprias crianças são maravilhosas.

 

‘‘Adoção é uma coisa em que a gente pensa muito. Não é um projeto definido ainda, mas é uma vontade’’

 


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