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Só dá Brasil
De Gisele Bündchen a Pedro Lourenço, os brazucas fizeram bonito na Semana de Moda de Paris. Confira tudo em detalhes

Paulo Borges Fotos Ana Clara Garmendia


A ERA DO PODE-TUDO
Pode transparência, pode curto, pode longo, pode amplo, pode ajustado ao corpo. A moda de hoje é tão plural e globalizada que fica difícil falar em tendências: e as grifes mais bacanas de Paris entenderam isso. A Lanvin, dirigida por Alber Elbaz tem maestria nesse sentido: roupas exuberantes para mulheres mais ainda. Vivienne Westwood continua no seu trabalho punk-chic, transformando materiais, improvisando, misturando rústico e femino no esquema faça-você-mesmo. A Balmain, grife revivida por Christophe Decarnin, tirou o foco dos ombros mas não inovou; a Dior se despediu de John Galliano em uma coleção dramática e glamourosa. Em sua própria grife, Galliano segue no imaginário que mistura mulheres-piratas-boudoir.

Quando o assunto é ousadia, Rei Kawakubo e a Comme Des Garçons segue imbatível: apresentação dramática, muito preto, misturas inusitadas e materiais nada óbvios. Viktor & Rolf vem logo atrás, em um desfile cheio de construções indecifráveis e uma técnica invejável. Uma boa estreia? O estilista turco Hakaan Tildrin, que ganhou no ano passado o conceituado prêmio Andam. Alfaiataria inteligente, cheia de detalhes com visual limpo e chique.

 

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