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Tony Curtis morre aos 85 anos
"Na realidade, eu era perfeito: bonito, são de corpo e de espírito."

AP

“Na realidade, eu era perfeito: bonito, são de corpo e de espírito.” A falta de modéstia do ator Tony Curtis, morto na noite da quarta-feira 29, em decorrência de uma parada cardíaca, tinha fundamento. No auge de seu sucesso, na década de 1950, eram poucas as belas que resistiam ao charme do protagonista de Quanto Mais Quente Melhor (1959). Na lista de conquistas desse nova-iorquino de ascendência húngara, batizado Bernard Schwartz, figuraram nomes como Marilyn Monroe, além de Natalie Wood, e mil mulheres, de acordo com sua autobiografia. Em 1958, Curtis foi indicado ao Oscar por Acorrentados, contudo, nos anos 70, as drogas e o álcool lhe roubaram a beleza e energia. Os problemas cardíacos começaram em 1994 e ele morreu aos 85 anos, em sua casa em Henderson, no Estado de Nevada (EUA).

 

   


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