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Ensaio
À la Marilyn
Aos 25 anos, Juliana Didone esbanja sensualidade, vende seu espírito livre, fala da preferência por homens mais velhos e garante que pode fazer pequenos sacrifícios por amor

Por Daniele Maia / Fotos Jorge Bispo / Edição de Moda Alê Duprat ABÁ MGT / Conceito Bianca Zaramella

“Homem de 20 e poucos anos não dá pra se relacionar. Pra mim, tem que ter uns 30 pra começar a ficar bom”

Vestido Dress To com blazer D&G para Avec Nuance

Nada que assuste a moça que, aos 15 anos, saiu de Porto Alegre, onde nasceu, para morar em Tóquio, no Japão. “Estava começando minha carreira de modelo e achei a oportunidade maravilhosa. Fiquei sete meses por lá. Foi importante para aprender a dar valor às pequenas coisas que, em geral, os adolescentes não dão muito. Sem falar no processo de amadurecimento que você vivencia na marra.” A experiência a tornou ainda mais próxima à mãe. “Ela é uma guerreira. Tenho muito orgulho de poder ter comprado uma casa para ela vir morar no Rio também”, diz. A ligação é tanta que, aos 19 anos, Juliana tatuou no pé direito a letra “F” em homenagem à mãe, que se chama Fátima.

Além da passagem pela novela de Silvio de Abreu, outro recente trabalho trouxe alegrias à atriz. No longa, ainda inédito, Colegas, o Filme, de Marcelo Galvão, ela vive uma jornalista e contracena com Lima Duarte. Com ele, aprendeu uma grande lição. “Quando terminamos as filmagens, fiz questão de falar com ele sobre o prazer de fazer uma cena ao seu lado. Lima me desejou sorte na profissão e falou: ‘Você é uma moça muito bonita. Se for também uma grande pessoa, tem tudo pra ser uma grande atriz’. Falei pra ele que essa era minha eterna busca”, lembra. Além disso, a própria temática do filme sensibilizou Juliana. Considerado um road-movie, Colegas conta a história de três amigos portadores de Síndrome de Down que, um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, decidem fugir por aí em um carro velho. “A vida é isso, a vida é ser livre. Eles também têm essa necessidade. E são tão espontâneos. Tão verdadeiros. E mais uma vez provaram que são capazes de ir muito além do que se imagina”, disse, referindo- se a Breno Viola, Ariel Goldemberg e Rita Pokk, portadores de Down que estrelam a produção.

 

 


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