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Perfil
O Número 1
Com sua novíssima e badalada boate, Marcos Campos vira notícia em duas bíblias dos jet setters globais - as revistas Monocle e Wallpaper - e confirma o reinado na noite paulistana. Conheça um pouco da história de quem já pensou em ser veterinário e hoje festeja o título de midas do entretenimento

Por Fabiano Mazzei e Silviane Neno / Fotos: Julia Morais / Ag.IstoÉ

O humor demonstra que Marcos virou a página do episódio da separação de sua segunda mulher, a socialite carioca Astrid Monteiro de Carvalho. Em 2006, ele rompeu a relação após descobrir que não era o pai biológico de Antonio, filho da ex. Desde então, nunca mais falou com ela, tampouco procurou o garoto. “A solução foi essa: não mexer mais no assunto. Está superado, é coisa do passado. Claro, ficaram cicatrizes, como ficam quando se toma um tombo, mas foi superado. E a solução de se afastar foi a que eu achei a mais sábia possível”, conclui.

De volta para o futuro, Marcos mira no ramo imobiliário, do qual já participou de uma incorporação, e no ramo hoteleiro. Onde? “Já vi terrenos em Florianópolis, no Rio, no Nordeste... Acho que falta um hotel mais jovem e com conforto. Vi muito no Rio, mas achar um terreno lá, na zona sul, é dificílimo”, relata. Nessa prospecção, ajuda bem uma mania do empresário. Ele costuma anotar ou gravar suas observações de trabalho, seja na busca de novos negócios, seja das casas que já possui. “Sou muito detalhista, gravo tudo num gravadorzinho que levo pra cima e pra baixo: a iluminação da cozinha, o tipo de música que tocou na noite anterior... Depois, no dia seguinte de manhã, passo tudo a limpo”, revela.

O próximo passo de Marcos ainda é segredo. De certo, algo que aposte em personalidade e serviços impecáveis. O papo termina junto com a luz do dia. Marcos precisa se preparar para trabalhar... de novo. Vai de moto, uma Aprilia italiana antiga, laranja e prata, anos 90. Sobe para a parte de cima da casa e busca uma camisa Paul Smith e um jeans, geralmente da marca 7 For All Mankind, sua ‘farda’ básica. Vaidoso? “Nada, vou ao dermatologista duas vezes por ano, corto o cabelo por R$ 40 no mesmo cara desde os 5 anos de idade, meu estilo de vestir é o mais simples possível... Decididamente metrossexual eu não sou”, diverte-se.

O empresário e sua coleção de máquinas fotográficas antigas e o espelho da sala, onde faz piada com sua sensualidade

 


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