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Perfil
O Número 1
Com sua novíssima e badalada boate, Marcos Campos vira notícia em duas bíblias dos jet setters globais - as revistas Monocle e Wallpaper - e confirma o reinado na noite paulistana. Conheça um pouco da história de quem já pensou em ser veterinário e hoje festeja o título de midas do entretenimento

Por Fabiano Mazzei e Silviane Neno / Fotos: Julia Morais / Ag.IstoÉ

A moto de estimação e o recado no computador: tempo e foco!


Depois vieram novos convites: Cabral, Disco... Sempre com olhar empreendedor, fez dinheiro e reinvestiu no negócio da noite até chegar, hoje, à sua obra-prima: o Número, cujo investimento beirou os R$ 2 milhões. Ironia do destino, Marcos detesta matemática, mas adora brincar com os dígitos em suas casas. Seu primeiro empreendimento, o Sirena, chegou a receber cinco mil pessoas em uma única noite. Recorde? Não. Em uma festa temática, com cavalos na pista e tudo o mais, no início da década passada, ele levou oito mil festeiros a um castelo na Granja Viana, zona oeste da cidade. Na inoxidável Disco, outro bom exemplo: cerca de mil baladeiros se esbaldam todas as quartasfeiras, sua noite mais fervida. Entretanto, na boate Número, a quantidade de clientes não tem passado de 200 por noite, no máximo. Preocupante? De modo algum. Bem ao contrário: a Número é sucesso absoluto exatamente por ser exclusiva.

A boate é uma feliz união de ‘gênios’, cada um na sua arte. O projeto arquitetônico, festejado por Wallpaper e Monocle, tem a assinatura de Isay Weifeld. “O projeto era de difícil execução e a maneira que ele resolveu superou todas as minhas já altas expectativas”, comenta. Quem comanda o vai e vem de empresários, artistas e top models é a sócia Fernanda Barbosa, amiga de longa data e expert no mix de convidar quem faz a noite de São Paulo ser tão excitante. No bar, Derivan prepara os drinques e é dono da receita mais perfeita de dry Martini, segundo o gosto do dono da casa. Na retaguarda do business, outro sócio, Marcos Maria, parceiro também em outras boates bem-sucedidas na cidade.

A Número guarda outro paradoxo. É a balada mais fervida da cidade, mas a música toca baixinha, ideal para se conversar. A pista, batizada de Mini, não abre toda noite. O lugar mais disputado da boate são os enormes sofás de couro que circundam as mesas, mas nem pense em subir neles para dançar. Por fim, o prato mais pedido da casa – cuja frequência maior é de modelos longilíneas e esguias socialites – é a boa e velha... coxinha. “O sofá realmente ficou muito bom, superconfortável. As pessoas não querem levantar nem para ir ao banheiro! A Míni não tem a pretensão de ser uma pistinha: é mais um inferninho que a gente abre de vez em quando e para festas fechadas. Já a coxinha foi das primeiras ideias que surgiram e virou um hit mesmo”, conta.

Um adendo curioso: no dia da inauguração da casa, Marcos recebeu um lama budista, indicado por um amigo, para limpar as energias do lugar antes de abrir a casa. “Eu ia abrir dali a quatro horas, com fornecedor entrando, arrumação, e o lama ficou lá falando o seu mantra por uma hora e meia!”, lembra ele, rindo.

Marcos relaxa no sofá no jardim de sua casa

PAUSA, SACA-ROLHAS, SEGUNDA GARRAFA ABERTA...
E dá para manter um relacionamento trabalhando nessa área?

MC: Dá sim, namoro a Patrícia (Barros, 29 anos, atriz, irmã da top Ana Beatriz Barros e que ele conheceu em sua boate em Floripa) tem dois anos. Ela é muito companheira, é mais de ficar em casa, mas gosta de sair.


E vocês vão casar?
MC:
Não, agora não. É um amor de pessoa, milhões de qualidades, mas não tem nada fechado. Falamos disso até, mas ela está com bastante paciência comigo (risos).


E filhos? Pensa em ter?
MC:
Penso, muito! Tá em estudo, mas o filho vem antes de casar, né? (risos)


Como assim?
MC:
Não tem por que se casar para ter filho, mas às vezes falo para a Patrícia que a gente precisa se preparar mais para isso. Se bem que para ter filho não tem hora certa, né?

 

 

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