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Internacional
Dia e noite com madame Johansson
Scarlett Johansson agitou a região de Champagne, na França, onde passou quatro dias no Château de Saran, colheu uvas chardonnay e foi estrela de um glamouroso jantar subterrâneo

Gisele Vitória, de Epernay

GISELE VITÓRIA

PODERIA SER UM FILME, uma bucólica superprodução de Hollywood nos vinhedos de Epernay, na região de Champagne, no norte na França, a 120 quilômetros de Paris. Mas não era nada disso. Em plena entressafra de filmes, a queridinha do cinema americano Scarlett Johansson ajudou a preparar a safra 2010 de Moët Chandon. Ela agitou a vida dos 28 mil habitantes da cidadezinha francesa ao colher uvas chardonnay que vão virar champanhe do bom, quer dizer, do melhor. Depois de cortar os cachos, com tesoura e luvas, ela foi estrela de um jantar de gala subterrâneo que aconteceu em 13 de setembro nas caves da tradicional marca de champanhe criada em 1743 por Claude Moët. Garota-propaganda - ou embaixadora - da marca desde o ano passado, Scarlett se divertiu trabalhando. Hospedada no Château de Saran, residência de inverno da Moët, ela disse ter se encantado pela região. "Fiquei apaixonada por esse lugar. Olha essa luz!", dizia.
Gente acompanhou com exclusividade o evento, batizado de "Tribute to Heritage", que celebrou as duas semanas de colheita, trabalho que mobiliza três mil pessoas nos mais de mil hectares de vinhedos da Moët& Chandon. Scarlett chegou ao vinhedo de Montaugu, com 200 hectares de uvas chardonnay, e queria detalhes. "Quantas uvas preciso cortar para encher essa cesta?", perguntava ela ao chefe da cave, Benoit Gouez, que lhe ensinou a técnica da colheita. "Vou ganhar uma garrafa de vinho?", gargalhou ela, enquanto escolhia os melhores cachos de uva. Para quem a observava, uma tatuagem no seu braço esquerdo ficou bem à mostra: um minúsculo pôr do sol no mar.

GISELE VITÓRIA

 

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