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O lado sensível do mundo financeiro
Atriz é o contraponto feminino de Wall Street 2, sobre manipulações nos bastidores das operações da bolsa de valores americana

 

Carey Mulligan

INDICADA AO OSCAR de melhor atriz por Educação, Carey Mulligan está em Wall Street 2: o Dinheiro Nunca Dorme,de Oliver Stone. Ela é Winnie, o contraponto sensível em meio a histórias do mundo financeiro. E é filha de Gordon Gekko (Michael Douglas), o especulador da bolsa de valores que terminava o primeiro filme (1987) preso e sai da cadeia durante a crise financeira de 2008. Carey fala da personagem e da comparação que fazem dela com Audrey Hepburn.

BARRY WITCHER/DIVULGAÇÃO
Carey Mulligan conta que, algumas vezes, pensou ter perdido o papel, como no momento em que Oliver Stone a viu de cabelos curtos

Como é Winnie Gekko?
Ela é filha de Gordon, noiva de Jacob Moore (Shia LaBeouf), dirige um site político, esquerdista. É contra o pai e tudo o que ele representa.

Como foi seu contato com Oliver Stone? Ele conta que viu em Educação e a achou ótima.
Ele me telefonou. Um mês depois, eu o encontrei pessoalmente. Fiquei apavorada. Era Oliver. É preciso estar no jogo o tempo inteiro e aguentar a pressão. Trabalhar com ele é maravilhoso e assustador.

Como foi quando se encontraram pela primeira vez?
A primeira coisa que ele disse foi: “Você parece diferente com cabelo curto.” E pensei: “Isso significa que não consegui o papel?” Fiquei nervosa, porque não dá para dizer que conseguiu o papel até estar no set filmando.

Você não fez teste, mas ganhou o papel.
Foi a primeira vez que isso aconteceu comigo. Foi muito importante para mim. Alguns dias depois, fizemos uma leitura de texto com Shia e Michael (Douglas). Usei sotaque americano durante quase metade da leitura e, então, deixei para lá, porque estava ruim. E eles me disseram que estavam gravando a leitura para os roteiristas. Pensei: “Ah, não. Acabou.”

As pessoas costumam elogiá-la e compará-la com Audrey Hepburn. Como reage a esses comentários?
É envaidecedor. Acho difícil assistir ao que faço e mais difícil ainda entender por que as pessoas reagem dessa maneira. Só estou fazendo meu trabalho. É bizarro. Muito estranho. Mas fantástico.

 

   


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