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Gal Costa Barato total
Aos 65 anos, a cantora volta aos palcos brasileiros, prepara CD em parceria com Caetano Veloso, define o momento atual como "feliz" e se encanta com fãs que coleciona na internet

Por Aina Pinto

 

GAL COSTA É UM CASO RARO. É dona de um timbre sem igual, com um repertório quase irretocável em seus 35 discos e 45 anos de carreira, e com uma técnica que já deixou americanos embasbacados. “Seu tom se ilumina dramaticamente e, de repente, o que era linguagem se torna puro som”, escreveu o crítico do New York Times, impressionado com um simples “a” no final das palavras cantadas por ela. Raros também foram seus shows e entrevistas no Brasil nos últimos quatro anos. Mas ela não é uma pessoa difícil. Se nos anos 70 era acessível aos fãs e amigos nas praias cariocas, agora conversa com eles em redes sociais na internet. No Facebook, tem quase 5 mil amigos e, no Twitter, mais de 21 mil seguidores, para quem ela fala sobre viagens, dá dicas de músicas (como vídeos de Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, por exemplo), conta da vida em família e dá atenção a quem quer conversar. Agora, aos 65 anos completados no domingo 26, Gal tem seus discos relançados pela Universal Music em um box e volta aos palcos nacionais com o show inédito Total, em apresentação única, na sexta-feira 1º, no Teatro Anhembi, em São Paulo. Nesta entrevista à Gente, por e-mail, a cantora fala do show, do contato com os fãs, do gosto por jogos online. Parece só perder a paciência quando o assunto são as cobranças para que ela mantenha uma postura rebelde como a que tinha no início da carreira. E também não dá espaço para saudosismo. Está ocupada com o presente ao lado do filho, Gabriel, 5, e de olho no futuro, trabalhando em um CD com Caetano.

‘‘Eu gosto de ter a minha idade. Me trouxe sabedoria para enfrentar a vida”

Por que tanto tempo sem fazer shows no Brasil? Foi você quem quis esse tempo?
Tive muitos convites para cantar fora do País e os aceitei. No Brasil, trabalhei em eventos fechados e tenho feito alguns poucos shows.

Como surgiu a ideia para fazer esse show?
O (Manoel) Poladian, empresário paulista, convidou-me e aceitei. Canto meus sucessos, um repertório variado de diversos compositores brasileiros que gravei ao longo da minha carreira. São canções de (Dorival) Caymmi, Caetano, Djavan e tantos outros de que gosto.

Como será o disco produzido por Caetano? Como decidiram voltar a trabalhar juntos?
Ainda é muito cedo para falar sobre esse projeto. Já estamos trabalhando nesse disco. Estou muito contente de voltar a trabalhar com Caetano e, pela primeira vez, com meu afilhado, Moreno Veloso.

As críticas ao Live at the Blue Note (lançado no Brasil em 2008) no Exterior foram muito elogiosas. O mesmo acontece quando se apresenta em outros países. Já pensou em viver fora?
Gosto de cantar pelo mundo e no Brasil também, é claro. Confesso que já pensei em viver fora. Não porque não goste do meu País, mas porque sou mesmo meio cigana, gosto de mudar e mudar. Mas já me dedico à minha carreira internacional há muitos anos.

 

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