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Um craque por trás das lentes
Bob Wolfenson completa 40 anos de estrada com exposição de fotos e livro em que foge das beldades e mira em metralhadoras e pistolas apreendidas pela polícia de São Paulo. Mais uma guinada radical de quem pretendia ser jogador de futebol na adolescência, mas acabou marcando seus golaços na fotografia

Luciane Angelo Fotos Cleiby Trevisan/Ag.IstoÉ

 

Os amigos Bob Wolfenson e SERGIO BELINKY no estúdio da Vila Leopoldina, em São Paulo. A dupla (Bob ao telefone) nos tempos de ESCOLA


E o apelido Bob? Quem deu?
B: Meu nome Bob veio com a professora de inglês, miss Lilly. Mas foi o Sergio quem disseminou o apelido. Meu nome real é Roberto. E tem modelos que até hoje trabalham comigo e falam: "Você é americano? Há quanto tempo mora no Brasil?".

Quem era o galã da turma?
B: O Sergio mais do que eu. Eu pegava o que sobrava.
S: O Bob tinha o cabelo que nem o da Shirley Temple, grande e loiro. P... cara folgado! (risos)

Como a fotografia entrou na vida de vocês?
B: O primeiro cara que eu vi com talento para fotografia foi o Sergio. Era muito melhor do que eu e tinha uma câmera leica.

E por que não virou fotógrafo profissional?
S: Minha vida era diferente, meu pai era industrial. Sempre trabalhei na indústria de ar-condicionado central, instalações grandes. Mas se fosse seguir algo por talento eu teria seguido a fotografia.
B: A diferença é que a família dele era muito rica e a minha muito dura. Ele saiu da adolescência preparado para assumir a empresa do pai. A minha família não tinha expectativa de nada. "Segura essa onda aí que você tem que se virar."
S: O negócio do pai do Bob, a malharia lorenza, não ia tão bem.

Como é manter uma amizade há mais de 50 anos?
S: Lógico que tivemos crises durante esses 50 anos mas vivemos muitas histórias juntos. até dividimos namoradas. A Ana Maria, lembra? O mais interessante é que nos vemos pouco mas quando nos encontramos é como se tivéssemos nos visto ontem.

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