- Anuncie
- Assine

   
 
Reportagens // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


Automobilismo
Na cola de Cacá Bueno
Gente acompanhou os momentos decisivos da rotina do tricampeão de Stock Car antes da principal prova do ano, a Corrida do Milhão

Por Bela Megale Fotos Marcelo Liso/AFB Press

 

Cacá Bueno toma café da manhã no hotel Sheraton WTC, em São Paulo, dois dias antes da prova. No cardápio, suco, frutas, cereal com iogurte e ovos mexidos para garantir energia para o longo dia de trabalho no autódromo

Eram 8h da sexta-feira 3 quando Cacá Bueno fazia seu prato de café da manhã no hotel Sheraton WTC, em São Paulo. A refeição, com direito a frutas, iogurte, cereal e ovos, denunciava que o piloto precisaria de muita energia para enfrentar o final de semana. No domingo 5, o tricampeão da maior categoria do automobilismo nacional, a Stock Car, disputaria a etapa mais importante do campeonato, que premiaria o vencedor com R$ 1 milhão. Ao nos deparamos com o cronograma colado no box número 3, repleto de reuniões, treinos e outras atividades que se estenderam de quinta-feira 2 até o dia da prova no Autódromo de Interlagos, percebemos que a disputa já havia começado.

É na reunião com o chefe da Red Bull Racing, Andreas Mattheis, e com os demais pilotos e engenheiros da equipe que Cacá discute o acerto do carro e estratégias para a corrida

A rotina de 12 a 15 horas de trabalho diário não acontece só na Corrida do Milhão. "Repetimos o que viemos fazemos ao longo do ano. Se sairmos da normalidade, a chance de ganharmos até diminui", explica Cacá, que é piloto da equipe Red Bull racing. Contudo, não é só durante as etapas de Stock Car que sua rotina está em alta velocidade. "Moro no rio e há 25 dias não piso em casa. Participei de provas em salvador, São Paulo e fui fazer um teste de velocidade de um stock car brasileiro em Bonneville, nos EUA", conta o piloto, que na ocasião bateu o recorde de velocidade nacional, ultrapassando a antiga marca de 303 km/h. A partir do sábado 4, dia em que sua posição no grid de largada foi definida na classificação, ele ganhou um reforço especial, o apoio da namorada, a modelo e estudante Talita Stoppazzolli. "desde que começamos a namorar, há dois anos e meio, nunca perdi uma corrida de stock Car", conta. Para ela, a melhor maneira de dar suporte ao namorado é estar disponível. "Não falo nada, mas fico sempre acessível quando ele precisa de um carinho ou uma palavra de conforto", diz. Para Cacá, a presença de Talita contribui para que fique menos tenso. "Ela me ajuda nos momentos pós-autódromo, para espairecer conversando sobre outras coisas. No passado, a maioria dos pilotos preferia não ter uma mulher no box. Era uma preocupação a mais saber se ela comeu, se está com frio ou quer ir embora. mas a Tali sabe muito bem como se comportar", elogia. No pescoço, Talita carrega um terço igual ao que está preso no cinto de segurança de Cacá desde a primeira corrida do ano.

De tricampeão para tricampeão: durante treinos livres em Interlagos, Cacá conversa com o ex-piloto de Stock Car Chico Serra, que é pai de seu companheiro de equipe, Daniel Serra   O piloto coloca a balaclava segundos antes de entrar no carro para participar do treino de classificação, no qual conquistou o segundo lugar no grid de largada da corrida

Antes da Corrida do Milhão, no domingo 5, Cacá se trocou no motorhome

No sábado, Cacá conquistou o segundo lugar do grid de largada, mas nem por isso foi embora cedo para o hotel. Mais três reuniões, revisão do carro e uma hora e meia de brincadeira no simulador montado no autódromo fizeram com que ele deixasse interlagos às 21h30. No domingo, antes das 8h já estava de volta a interlagos, no motorhome da Red Bull, ponto de apoio da equipe. É de lá também que Cacá conversa pelo telefone com o pai, o narrador esportivo Galvão Bueno, durante as etapas. "Ele não pode me acompanhar como gostaria. Geralmente nos falamos no sábado à tarde, após a classificação, e no domingo depois da corrida. Ele é curioso como todo pai, quer saber o que acontece na pista, e, claro, torcer".

Momentos antes da prova, o sorriso que Cacá ostentava nos dias anteriores foi substituído por um olhar concentrado e um certo ar de preocupação. Às 10h25, vestiu suas luvas e capacete e acelerou mais uma vez o carro número 0 a mais de 200 km/h. Após uma hora de voo sobre o asfalto da pista, ele conquistou o 4o lugar.

 

 

 

PÁGINAS :: 1 | 2 | Próxima >>
   


Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS