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Big Apple com dendê
O dia em que Nova York se debruçou aos pés de Ivete Sangalo no show mais espetacular e aplaudido de um artista brasileiro na meca dos espetáculos

Hot dog em Manhattan
Irreverente como só ela sabe ser, Ivete terminou sua coletiva de imprensa no dia 3 e partiu para um inusitado passeio pela cidade. A cantora pediu para fazer um pit stop no Central Park, desceu do carro no meio das pessoas e foi direto para uma daquelas carrocinhas de cachorro-quente. Dieta? Que nada, Ivete pediu um sanduíche caprichado e comeu ali mesmo. Evidentemente foi descoberta pelos muitos brasileiros que estão na cidade e passou boa parte do tempo posando para fotos e dando autógrafos. Ah, sim, Ivete ainda ofereceu – e pagou – hot dog para todos, fãs, jornalistas e fotógrafos que a seguiam.

 

Emoção
Quando cantou “Me Abraça”, que marcou o início da carreira dela na banda Eva, Ivete parou e se dirigiu aos fãs com a voz embargada. “Me desculpem, não consigo.” A plateia se dividiu entre aplausos e lágrimas. Choro nas arquibancadas e na ala vip. A atriz Fernanda Paes Leme e a modelo Fernanda Motta fizeram coro aos olhos vermelhos. Preta Gil, amiga de Ivete, era uma das mais emocionadas. Ana Maria Braga mandava beijos de onde estava. Na ponta do palco, a cantora viu e retribuiu. O hit “Eva” fez a temperatura subir de novo e Ivete arrancar e lançar longe a sandália de salto alto. Correu descalça pela passarela segurando o vestido longo com aplicações douradas. Nada que escapasse aos olhos das 19 câmeras espalhadas no estádio, uma delas, aliás, usada em corridas de Fórmula 1. Recurso necessário quando se trata de Ivete e seu jeito imprevisível de se movimentar no palco. Quando soube por ela que não haveria marcações, Nick Wickham disparou: “Virei de tênis”.
Foi empolgante o momento da gigantesca caixa de presente descendo na boca de cena. Já se imaginava que Ivete estaria ali, mas a surpresa foi o piano, executado por ela e a canção “Easy”, de Lionel Richie. Momento romance e pausa para o respiro para o segundo tempo do “carnaval”. Na ala vip, o diretor de arte Giovanni Bianco sambava como se o mundo fosse acabar amanhã. Ao lado de Ticiane Pinheiro, o publicitário Roberto Justus também dançou.Quando o repertório de surpresas parecia ter se esgotado junto com as três horas de show, a chuva de papéis coloridos anuncia a apoteose. Ivete se despede içada por cabos de aço e balões em formato de coração. Voa sobre o palco do Madison Square Garden. Do fosso, Jesus Sangalo, irmão e empresário da cantora sorri, aplaude e resume o significado da mais ousada investida na carreira da baiana de Juazeiro do Norte: “É muita sorte”, simplificou. É mais: é muito talento.

Agito depois do show
Apagadas as luzes do Madison Square Garden, convidados vips rumaram para o club Lavo, no East Side, para a festa pós-apresentação oferecida pela TAM e por Ivete. O evento parou a rua. O club abriu especialmente para a festa. Passava da uma da manhã quando Ivete chegou com o marido, Daniel Cady. No maior bom humor, ela foi direto para o cercadinho vip, com várias paradinhas no caminho para fotos e carinhos. “Estou feliz, realizada e emocionada.” A noite era dela. E assim foi.

 

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