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Responsabilidade social
Por uma causa nobre
O cabeleireiro Wanderley Nunes recebe a primeira-dama Marisa Letícia em noite beneficente em que brilhou a estrela e a carteira generosa do empresário Eike Batista

Laís Taliberti

NEM MESMO A MORTE DO PAI, algumas horas antes, impediu Wanderley Nunes de comparecer ao leilão em prol da Escola do Povo, na segunda-feira 16, no Buddha Bar, em São Paulo. Afinal, o cabeleireiro foi o organizador do evento e responsável por conseguir doações de peças de seus clientes famosos para serem leiloadas. O intuito de ajudar a ONG que alfabetiza adolescentes e adultos na comunidade Paraisópolis foi alcançado: foram arrecadados R$ 4,2 milhões, muito mais do que o esperado.
Antes de Wanderley, o jornalista Chico Pinheiro foi o primeiro a se aproximar da instituição. Em 2003, ele descobriu que havia mais de 13 mil moradores analfabetos na comunidade e, graças à Escola do Povo, esse número vinha diminuindo a cada dia. Mas os recursos escassos impediam que se fizesse mais pela população da comunidade. Surgiu a ideia do leilão e Wanderley foi o principal incentivador. Entre as peças doadas estava até uma guitarra autografada pelo Mick Jagger. Emerson Fittipaldi, cliente do cabeleireiro há 25 anos, também ajudou: "Doei meu capacete. Esse é um dos que mais gosto. Lá fora é comum atletas e esportistas doarem pertences para leilões beneficentes, aqui isso não é comum, mas acho fantástica a iniciativa", comentou o ex-piloto. Já a primeiradama Marisa Letícia cedeu um terno do presidente Lula e prestigiou o leilão: "Escolhemos juntos esse terno. É o que mais gosto".
Além da guitarra de Jagger e do capacete de Fittipaldi, as peças mais disputadas foram um vestido de Gisele Bündchen e um conjunto de cozinha doado por várias empresas no valor de R$ 100 mil e arrematado por João Doria Jr.
Os grandes benfeitores da noite foram Eike Batista, que compareceu sem a namorada, Flavia Sampaio, e José Semenzato, empresário fundador da Microlins e dono do Instituto Embelleze. O terno do presidente Lula foi o último item a ser leiloado pela quantia de R$ 500 mil. Quem levou foi Eike Batista que achou pouco e fez mais: devolveu todas as peças que arrematou para serem leiloadas novamente e também dobrou o valor total levantado pelo pregão. Ou seja, o leilão havia arrecadado R$ 2,1 milhões, mas com a generosidade de Eike chegou a R$ 4,2 milhões. O empresário fez questão de explicar a iniciativa: "A minha função aqui é servir de exemplo para outros empresários fazerem também suas doações e ajudarem a mudar o Brasil".
A noite terminou com um show de Ed Motta, à meia luz, em clima intimista. Alguns convidados, como os estilistas Glória Coelho e Pedro Lourenço, curtiram o início da apresentação, mas foram embora em seguida. Quem realmente aproveitou foi Chico Pinheiro, que foi ao palco e cantou ao lado do artista, totalmente à vontade.

 

 
 

 

   


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