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Encontro de bambas
Grandes intérpretes e compositores estrelados se reuniram no 21º Prêmio da Música Brasileira, no Rio, em uma grande homenagem à Dona Ivone Lara, a primeira-dama do samba

Camilla Gabriella e Poliana Costa fotos Marcelo Fernandes/ Ag. IstoÉ

Tensão pré-cerimonial

Com exclusividade, Gente circula pelo ensaio geral do 21º Prêmio da Música Brasileira, no Theatro Municipal do Rio, um dia antes da grande festa

Gustavo Autran fotos Daniela Dacorso/ Ag. IstoÉ

Na terça-feira 10, véspera do prêmio da Música Brasileira, o clima nos bastidores do teatro misturava animação e expectativa. Aquela era a última chance de acertar todos os detalhes antes da cerimônia que homenagearia a compositora Dona Ivone lara, de 89 anos. Sentado numa cadeira da plateia, o apresentador José Maurício Machline, idealizador da premiação, não conseguia conter a ansiedade. Com um microfone nas mãos, ele pedia mais rapidez para produtores e técnicos de som posicionados no palco: “Já está todo mundo microfonado? Vamos começar logo para não atrasar mais?”, dizia ele. Praticamente todo o elenco escalado para conduzir o prêmio compareceu. a presença mais aguardada era, claro, a de Dona Ivone. Ela chegou por volta das 15h40 e pediu para ficar na coxia, ouvindo o cantor Lenine afinar a voz e passar o som. “Quando a gente ganha uma homenagem dessa, passa tanta imagem na cabeça, até da minha infância. Estou muito ansiosa para chegar amanhã”, confessava. Depois de ensaiar dois números musicais, a compositora tomou chá e fez um lanche no camarim reservado só para ela. Lá, recebeu o carinho da cantora Roberta Sá. “Minha relação com Dona Ivone é de reverência e admiração. Ela é uma mulher pioneira, que se firmou num reduto dominado por homens”, disse. Parceiro da homenageada no samba “força da Imaginação”, Caetano Veloso falou sobre o primeiro contato que teve com a música da veterana compositora. “Foi no primeiro carnaval que passei no Rio, em 1965. Fiquei apaixonado quando escutei o samba-enredo Os Cinco Bailes da História do Rio. Eu adoro ouvir Dona Ivone cantando e tocando cavaquinho. Ela é uma divindade do samba”, disse o baiano. Na mesa do bufê, lenine encontrou o filho, João Cavalcanti, do casuarina, que tinha acabado de fazer a passagem de som. Cinco minutos depois, quem chegou foi a cantora Maria Gadú, intérprete revelação de 2009 que acabou desistindo de ir ao prêmio por um inesperado problema de saúde. A mestre-de-cerimônia, Débora Bloch, chegou para ensaiar já no início da noite e foi orientada por Machline juntamente com outros 16 artistas, como Zélia Duncan, teresa cristina e Zeca Baleiro, que entregariam prêmios. O bom humor de Débora ajudou a deixar o clima mais relax. Até pedir patrocínio para a sua próxima peça ao escritor Sérgio Cabral, pai do governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, ela pediu.

 

 

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