- Anuncie
- Assine

   
 
Música // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


Lulu Santos
Lulu Santos lança o segundo Acústico MTV, fala sobre a boa vendagem de seus discos, da fama de hitmaker e conta como a música o encanta desde criança

Gustavo Autran

Na virada dos anos 70 para os 80, você era um dos que selecionava as músicas incluídas nas trilhas sonoras de novelas da TV Globo. Como foi a experiência?
Trabalhei no escritório da gravadora Som Livre depois do fim do Vímana, minha banda na época, da qual também fizeram parte o Ritchie e o Lobão. Quando pintou o convite, eu estava me unindo à Scarlet (Moon) e sem um projeto profissional em vista. Então eu topei, mesmo ganhando um salário irrisório. Coloquei “Sol de Primavera”, do Beto Guedes, na novela Marina, de 1980. Já a versão da Baby (do Brasil) para “Menino do Rio”, escolhi como tema de abertura da novela Água Viva. Se você vir os créditos dos discos, vai ver meu nome lá. Na época assinava Lulu dos Santos. Sou eu (risos).

Você ficou conhecido pelo poder de levantar qualquer plateia com suas performances de palco. Como consegue manter o pique das apresentações ao vivo?
Tenho uma forma própria de expressão corporal e já saí do palco com os joelhos inchados de tanto me movimentar em cena. Mas, para este show, eu perdi essa aflição performática. Procuro me movimentar na medida certa, sem sacrifício extra. É claro que não vou ficar o tempo todo sentado em um banquinho, parado. Mas perdi essa coisa narcísica, até porque preciso de concentração para tocar meu violão. Fora do palco, procuro sempre me exercitar. Mas resolvo tudo sem sair de casa. Ando na esteira por 40 minutos diários, tenho barras, pesos e, principalmente, bons tênis.

É verdade que você cozinha muito bem?
Adoro comer, cozinhar e, sobretudo, pensar em comida. Não só coloco a mão na massa, como também sei supervisionar. Volta e meia recebo os amigos em casa para um jantar e sempre conto com a minha fiel escudeira, a Keyla. Minha cozinha é étnica, adoro preparar pratos indianos, ou uma jambalaya típica de Nova Orleans. Mas não é nada metido à besta.

Roqueiros em geral são preocupados com o estilo e com a moda. Qual é a sua relação com esse universo?
A música pop está intimamente ligada com o que a moda produziu nos últimos 40 anos. O empresário dos Beatles mandou piratear os terninhos de Pierre Cardin que viu em Paris, na década de 60. Vivienne Westwood vestia os Sex Pistols e virou sinônimo de moda punk. No meu caso, acompanho a moda casual carioca há anos e comprei muitas peças do George Henri, que fazia coisas bem diferentes para homens. No palco, estamos vestindo Máxime Perelmuter, estilista da British Colony e filho do George Henri.

‘‘Tenho uma forma própria de expressão corporal e já saí do palco com os joelhos inchados
de tanto me movimentar. Mas, para este show, eu perdi essa aflição performática,
essa coisa narcísica, até porque preciso de concentração para tocar meu violão”

 

 

PÁGINAS :: << Anterior | 1 | 2
   


Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS