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Cinema
A Origem deixa o melhor em segundo plano

Foto Divulgação
Foto Divulgação

Mais simpático que assustador

Ter um supervilão como protagonista é o maior atrativo de Meu Malvado Favorito, divertida animação de estreia da Illumination Entertainment

Com a pixar e sua galeria de sucessos no cenário, é preciso se arriscar para fazer algo que surpreenda hoje no mundo da animação. Acionar o formato 3D já não é novidade, mesmo porque há crianças que rejeitam os óculos especiais e preferem a versão tradicional. Ainda assim, quase todas as produções do gênero oferecem a opção, e não é diferente com Meu Malvado Favorito. Mas os fundadores da Illumination Entertainment, encabeçada por Christopher Meledandri (ex-presidente da 20th Century Fox Animation), conhecem o segredo da maior concorrente no ramo: uma boa história. E se essa primeira empreitada não alcança a magnitude de pérolas como Ratatouille ou Up - Altas Aventuras, ao menos faz uma esperta inversão de Os Incríveis. Em vez da família de super-heróis, o foco recai sobre o antagonista. O supervilão aqui se chama Gru e é mais patético que assustador.
O maior acerto do enredo é humanizar o personagem. Gru é poderoso, mas não invencível. Tem problemas de autoestima, fruto da criação da mãe opressora, e está com o moral baixo desde que um jovem vilão chamado Vector realizou a proeza de afanar uma pirâmide no Egito. Seu plano diabólico para retomar o posto de maioral é nada menos que roubar a Lua. Gru conta com a ajuda de um cientista maluco, o doutor Nefario, e de um exército de atrapalhadas criaturas amarelas. Uma trinca de garotinhas órfãs vai entrar de gaiata no time e é dessa inusitada relação paternal que o enredo tira a emoção. A versão dublada nos priva da voz do comediante Steve Carell, e, embora a narrativa seja previsível, possui uma certa irreverência cativante. Quando é que se imaginava um filme sem heróis, em que iríamos torcer justamente pelo vilão?
(Classificação indicativa: a conferir) Suzana Uchôa Itiberê

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