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Ele nasceu de novo
Depois do grave acidente que o afastou dos palcos por quase seis meses, Dinho Ouro Preto conta da dificuldade que teve para voltar a cantar, mas agora, totalmente recuperado, chega a pedalar 20 km em 40 minutos

Gustavo Autran Fotos Daniela Dacorso/Ag.IstoÉ

 

 

DINHO OURO PRETO estava tenso quando botou os pés no palco do Clube Jaó, uma das maiores casas de show de Goiânia, em meados de abril. Seu nervosismo tinha fundamento. Aquela era a primeira apresentação do vocalista do Capital Inicial depois do grave acidente que sofreu num show em Minas Gerais, no dia 31 de outubro de 2009. O cantor despencou de uma altura superior a três metros, sofreu traumatismo craniano, quebrou três costelas, fraturou seis vértebras e ficou 20 dias internado na UTI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “Fiquei travado o show inteiro, com medo de tombar no chão novamente. Consegui cantar até o final, mas quando voltei ao camarim senti muita dor, a ponto de um segurança ter que ajudar a me alongar por meia hora”, conta o músico. Depois de atravessar um calvário que o tirou dos palcos por quase seis meses, Dinho nasceu de novo. E sente-se finalmente pronto para enfrentar mais uma maratona de shows pelo Brasil. A partida foi dada em 12 de junho, em São Paulo, com a estreia oficial da turnê de lançamento de Das Kapital, novo CD do Capital Inicial. De lá, a banda seguiu para apresentações no Rio e em cidades do Sul − sempre, claro, com plateias lotadas.


Maré ruim
Só a queda em Minas Gerais já seria motivo suficiente de preocupação, mas esse foi apenas o começo da maré ruim enfrentada pelo músico de 46 anos. “Com a violência do baque, meu cérebro se chocou com a caixa craniana, feriu uma membrana e originou alguns coágulos”, relembra o vocalista do Capital. E pouco depois de sair da unidade intensiva, Dinho contraiu uma flebite, que evoluiu para uma grave septicemia (infecção na corrente sanguínea), afetando os rins e o fígado. Assistido por equipes de neurologia, infectologia e hematologia, ele passou um mês hospitalizado, tomando doses cavalares de analgésicos para combater as dores lancinantes que sentia.

 

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