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Música
Não preciso inserir agogô no meu som por ser brasileira

Mauro Ferreira

 

SOCRATES MITSCOS
A cantora paulista radicada em Londres foi revelada em 2000

Cibelle lança o terceiro disco no Brasil, no embalo da repercussão positiva de seu trabalho no Exterior. Las Vênus Resort Palace Hotel tem referências a Björk, Os Mutantes, David Lynch e traz a cantora como a exótica hostess Sonja Khalecallon, seu alter-ego

SONJA
“É o codinome que eu uso para fazer instalações, performances, arte em geral. Roubei o nome e o botei numa caricatura de mim mesma, tipo diva decadente e escrachada, para tirar sarro com a minha própria cara e me divertir horrores no palco.”

BRASILEIRA
“Há alguma obrigação de inserir um agogô na música para ser brasileiro? Ser brasileiro e fazer música não significa obrigação de ter uma batida assim ou assada. Somos antropofágicos e feitos de uma mistura de tudo o que há no mundo. Eu sou a minha essência, não o meu nome, a minha ‘origem’. Esse é o disco mais tropical e quente que já fiz. E eu sou brasileira, filha de nordestino e paulista, mistura de índio de Alagoas, italianos e portugueses.”

BOSSA
“Suba (produtor, falecido em 1999) produziu o disco da Bebel (Gilberto), que saiu depois do que ele tinha feito um, no qual eu, Taciana Barros, Katia B, Arnaldo Antunes cantamos e que se chama São Paulo Confessions. Esse disco entrou no mundo com cinco-estrelas nas críticas do (jornal inglês) The Times. Aí, veio a Bebel, cantando belíssima. Escancarou as janelas para todo mundo, incluindo uma centena de bandas e isso virou fábrica de bossa eletrônica, sem essa alma inicial. Depois do disco dela, essa coisa das bandas causou uma chaticezinha.”

ESTRANGEIRA
“(Pensar que o mercado estrangeiro é mais receptivo ao meu estilo de música) é uma bobagem, papo de quem acha que música é coisa intelectualelitista. Musica é para sentir, não para pensar. Antes, todo mundo ficava à mercê de alguma gravadora decidir se o público ia ou não “entender”. Agora, com a internet, o coração das pessoas está nos seus dedinhos, fica tudo mais democrático.”

 



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