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Encontro com os presidenciáveis: José Serra, candidato do PSDB
A união de trabalho entre o setor privado e o governo, além da criação de parques tecnológicos para a moda foram temas discutidos durante a conversa com o candidato à Presidência, em São Paulo


Fotos: Priscila Vilariño / FFW

No terceiro e último encontro com os presidenciáveis, desta vez, com o candidato do PSDB, José Serra, conversamos sobre uma política econômica mais amiga à moda e uma estrutura maior para quem trabalha neste setor, como a criação de parques tecnológicos, que agregam estudos e desenvolvimentos na área. Outro assunto discutido foi o chamado “Complexo Carmem Miranda”. “Na área das artes, quando você tem um festival nos Estados Unidos e algum brasileiro ganha um prêmio, esse assunto ocupa lugar por todo canto. Mas, às vezes, os prêmios dados aqui dentro não têm a mesma valorização. O que não falta aqui é criatividade e originalidade.” Confira agora como foi o encontro com José Serra.

Paulo Borges: Quais estratégias estão sendo consideradas no seu plano de governo para fortalecer a imagem do País. Qual a marca Brasil?
José Serra: Primeiramente, tem que ser um governo preocupado com a produção. Hoje há políticas cambiais e tributárias que desfavorecem o desenvolvimento da produção interna, agregação de valor, exportação, e favorece a importação. Por exemplo, no caso da política cambial, a China e o Brasil. A China não é mais eficiente nem mais criativa do que nós, mas a moeda local deles é desvalorizada em relação ao dólar, enquanto o nosso real é valorizado em relação à moeda americana. O que acontece? O produto que chega aqui é muito mais barato e o produto que vai para o Exterior é muito mais caro pela simples relação desfavorável dólar / real. A China ganha nisso. Além disso, é muito difícil limpar a cadeia produtiva da carga tributária que prejudica a produção nacional em relação à do Exterior, que não é submetida a todo esse bombardeio tributário. Para a moda e outros setores é importante ter uma política econômica mais amiga da indústria e da produção porque ela acaba sendo a do emprego.


“Os eventos de moda têm papel crucial porque difundem as criações e as tornam um produto até certo ponto coletivo.”

José Serra



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