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Casa
A simplicidade do luxo
O arquiteto Ugo Di Pace divide a vida e as paixões estéticas entre três endereços no mundo. Em São Paulo, seu novo apartamento ainda é a versão mais editada do seu requinte

Silviane Neno Fotos Marcelo Navarro/Ag. IstoÉ


Foi com esse histórico na bagagem que ele abriu junto com o amigo Pietro Maria Bardi, o todo-poderoso diretor do MASP, uma galeria de arte em Roma com acervo de fazer inveja aos concorrentes da época. "Nós tínhamos Picasso, Renoir, Modigliani, entre outros", lembra. Mas antes disso, porém, Ugo já estava apaixonado pelo Brasil, para onde veio passar um breve, e definitivo, período de férias. O Brasil, e as brasileiras, o haviam conquistado para sempre.
Foi o amigo Ruddi Crespi, um dos maiores playboys do jet set internacional na década de 50 quem contou a Ugo que no Brasil estavam as mulheres mais bonitas do mundo. Ele não pestanejou, fez as malas e se aboletou no Copacabana Palace até o dinheiro acabar. O que nunca cessou foi o fôlego em viver aqueles anos loucos no Rio de Janeiro.
"Cheguei a fingir que era médium para não pagar aluguel na casa de um artista plástico que me hospedara por alguns dias", sorri, saudoso. "Era tudo muito divertido." Abre-se aqui um parênteses para tentar explicar a suposta "mediunidade" de Ugo. Ele serrou por baixo uma mesa de jacarandá até a metade e durante a sessão espírita fake, encarnou o próprio Sansão partindo a mesa ao meio. Graças à performance, ele morou de graça por mais seis meses. Assim, foi ficando, ficando, até mudar para São Paulo e abrir seu escritório de arquitetura e a Construtora Ugo di Pace. "De lá para cá já são mais de 1.300 obras no Brasil e no Exterior", diz. Pense no Jardim Europa, um dos bairros mais nobres de São Paulo. Em cada rua há pelo menos algum belo casarão saído da prancheta de Ugo di Pace. Prancheta sim, porque ele ainda é refratário a executar desenhos no computador.

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