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"Sempre quis tudo o que a vida podia me dar"
Michael Douglas fala de sua volta em Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, diz que o motivo para fazer poucos filmes é ficar com a mulher, Catherine Zeta-Jones, e os filhos, e que não se fazem mais "festas selvagens" como nos seus tempos de festival

Elaine Guerini, de Cannes


Quais as suas melhores lembranças do Festival de Cannes?

Nada que eu queira dividir com o público (risos). O que posso dizer é que estive no festival pela primeira vez em 1979, com Síndrome da China, que deu a Jack Lemmon o prêmio de melhor ator. Como eu era o produtor do filme, fui eu quem disse a Lemmon que ele não podia ir embora de Cannes até a noite da premiação. Oficialmente, eu não podia dizer nada. Mas ele entendeu imediatamente. Foi um momento mágico.

E com Instinto Selvagem, em 1992?

A experiência foi estranha. Assim que a sessão acabou, houve um silêncio sepulcral na sala. Ninguém sabia o que fazer. Nem os franceses, sempre mais liberais, sabiam como reagir ao filme. Tomamos porrada de todos os lados. O único louco que me cumprimentou pelo filme foi Gérard Depardieu (risos).

E as festas?
Com a internet, ninguém faz mais festas selvagens como fazíamos antigamente. Todo mundo agora tem medo de que alguém fotografe ou filme e coloque online. Uma pena.

Cineastas e atores em Cannes assinaram uma petição pedindo que as autoridades suíças rejeitem a extradição de Roman Polanski, acusado de abuso sexual nos anos 70, para os Estados Unidos. Por que você não quis assinar essa petição?
Não me senti confortável por ser cidadão americano e por ter um filho que foi condenado a cinco anos de prisão (Cameron Douglas, 31 anos, por tráfico de drogas). Eu vivia em Los Angeles e conhecia todo mundo na época. Adoro Roman, mas isso não muda o fato de ele ter fugido de uma sentença. Não sei exatamente o que aconteceu, mas não vejo a fuga como uma solução. Até porque isso vai persegui-lo para o resto da vida. Talvez, o melhor a fazer agora seja negociar com a Justiça americana e voltar para cumprir a pena. Nem que seja por pouco tempo. Quem errou tem de pagar.

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