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"Sempre quis tudo o que a vida podia me dar"
Michael Douglas fala de sua volta em Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, diz que o motivo para fazer poucos filmes é ficar com a mulher, Catherine Zeta-Jones, e os filhos, e que não se fazem mais "festas selvagens" como nos seus tempos de festival

Elaine Guerini, de Cannes

AFP
O ator volta a interpretar Gekko, papel que lhe rendeu um Oscar em 1988

Poucos personagens do cinema conseguem tirar Michael Douglas de casa - mais precisamente uma cobertura em Manhattan que o ator de 65 anos divide com a mulher, a atriz Catherine Zeta-Jones, 25 anos mais jovem, Dylan, 9, e Carys, 6. "Tenho dois filhos pequenos e uma esposa linda. Por que ia querer trabalhar?", brinca Douglas, em entrevista concedida no luxuoso Hotel Du Cap, em Antibes, na Riviera Francesa. "Ter dinheiro é bom porque nos dá escolhas. Inclusive a de não fazer nada."
Recentemente, Douglas abriu uma exceção e voltou a um set para reprisar o papel de Gordon Gekko, o inescrupuloso magnata da Bolsa de Valores que lhe rendeu um Oscar, em 1988. E fez ele muito bem. O personagem de Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, filme de Oliver Stone projetado fora de competição na 63ª edição do Festival de Cannes, deu ao ator a chance de brilhar novamente como um cara dissimulado, capaz de tudo para conseguir o que quer. E tudo o que importa a Gekko é ganhar milhões de dólares no mercado financeiro para recuperar os oito anos que passou na cadeia por fraude e lavagem de dinheiro. Wall Street 2 chega às telas do Brasil em 24 de setembro.

Você tem um carinho especial por Gekko, por ele ter lhe dado um Oscar?
De todos os filmes que fiz, sou realmente mais reconhecido nas ruas por Gekko. Até hoje escuto histórias de corretores de Wall Street que optaram pela profissão inspirados no personagem. Algo que nunca foi a nossa intenção (risos). E o Oscar coroou o personagem de forma especial. Foi o único que ganhei até hoje como ator (Douglas também levou uma estatueta por Um Estranho no Ninho, em 1976, como produtor). Nem o meu pai (o ator Kirk Douglas, 93) ganhou um. E ele merecia... Foi indicado três vezes, mas só levou um Oscar honorário.

A exemplo de Gekko, sempre foi ambicioso?
Sempre. Não só por dinheiro. Sempre quis tudo o que a vida podia me dar.

O que mais almeja no momento?
Passar mais tempo com a minha mulher (risos). Catherine está na Broadway (no musical A Little Night Music, de Stephen Sondheim). Ela acabou de ser indicada a um Tony de melhor atriz. Como a temporada dela segue até o final de junho e as crianças agora estão na escola, não vejo a hora de chegar o verão (nos Estados Unidos) para ficarmos mais juntos.

Vocês não considerariam trabalhar juntos num filme?
Já tivemos um projeto em que contracenaríamos, mas não foi para frente. Minha ideia era colocá-la fazendo par romântico com um ator jovem e bonitão. Um astro sexy por quem a personagem dela pudesse se apaixonar. E quando as coisas estivessem indo bem entre eles, o meu personagem entraria em ação. Eu seria o vilão que mataria o mocinho. Não seria difícil para o público acreditar em mim (risos).

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