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Tela quente no Nordeste
Em homenagem que gerou protesto, Tony Ramos foi a grande estrela do Cine PE Festival do Audiovisual, que consagrou ainda a diretora Laís Bodanzky e os atores Paloma Duarte e Francisco Miguez

Camilla Gabriella, do Recife

Fotos: Daniela Nader / Divulgação
Bete Mendes, Tony Ramos, Paulo José e Sérgio Mamberti
Fotos: Daniela Nader / Divulgação
Paloma Duarte com o troféu de melhor atriz por sua atuação em Leo e Bia

 

QUANDO SUBIU AO PALCO do Teatro Guararapes, em Olinda, na noite de sábado, 1º de maio, para receber o troféu Calunga por sua contribuição ao cinema nacional, Tony Ramos foi ovacionado pelo público. Ele agradeceu o carinho dos fãs e compartilhou sua homenagem com a mulher, Lidiane Ramos. “Sou feliz por ser um artista popular, mas sei que o sucesso é primo-irmão do fracasso. O sucesso deve ser saboreado como um bom champanhe: bem devagar, aos poucos.” A homenagem a Tony Ramos, porém, não foi uma unanimidade. O cineasta Claudio Assis questionou o mérito do ator. “É um prêmio dedicado a quem faz cinema. O Tony só é lembrado agora por causa do sucesso de Se Eu Fosse Você”, disparou ele. Apesar das críticas, Tony não revidou. “Esse ranço preconceituoso é besteira. Vou completar 46 anos de carreira em junho. Estou sendo homenageado como ator”, minimizou.

 

Fotos: Daniela Nader / Divulgação
Maria Flor

 

Polêmica à parte, a 14ª edição do Cine PE Festival do Audiovisual consagrou o longa As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzky, vencedor em oito categorias. Emocionada, a diretora do longa falou sobre as dificuldades de fazer cinema no Brasil: “Cada vez que ouço que alguém está planejando fazer um filme, tenho vontade de ligar para a pessoa e dizer ‘calma, vai dar tudo certo, não desiste’.” Entre os vencedores, Paloma Duarte ganhou o de melhor atriz por sua atuação em Leo e Bia, do ex-namorado Oswaldo Montenegro, e o ator Francisco Miguez, de As Melhores... ficou com a estatueta de melhor ator. Já Rogério Fróes recebeu um prêmio especial por sua atuação em Não Se Pode Viver Sem Amor, dirigido por Jorge Durán. A noite de encerramento, no domingo 2, transferida para o recém-reformado Cinema São Luiz, no centro do Recife, teve apresentação da Orquestra Cidadã, formada por meninos de Pernambuco. Além dos premiados, o festival homenageou ainda a atriz Julia Lemmertz e o diretor pernambucano Guel Arraes.

 

Fotos: Daniela Nader / Divulgação
Francisco Miguez e Laís Bodanzky

Outra estrela do evento foi Paulo José. O ator prestigiou a primeira exibição de Quincas Berro D’Água, dirigido por Sergio Machado, que estava fora da competição, assim como O Bem Amado, de Guel Arraes, exibido na noite de abertura da mostra. Aos 73 anos, Paulo José foi aplaudido de pé e comentou que ainda encontra energia para viver um personagem que exigiu dele muita atividade física. Ele define o filme como uma comédia de ação. “Subi e desci ladeira, fiquei pendurado em muros e fui lançando ao mar. Tudo sem dublê”, disse o veterano ator, orgulhoso.“Essa energia não é minha, é do personagem”, reforçou Paulo, que há 17 anos sofre de mal de Parkinson.

 



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