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Renato Russo não morreu
Disco, show, livro e filmes expandem a obra de Renato Russo para alimentar o culto ao cantor da Legião Urbana

Mauro Ferreira / M.F.

 

Fotos: Divulgação
Parceria do artista com Marisa Monte é um dos destaques do CD Dueto

RENATO RUSSO (1960 – 1996) teria feito 50 anos no sábado 27. A efeméride rende de imediato livro, show e disco idealizados para faturar com o culto persistente à obra do cantor da Legião Urbana. Na sequência, dois filmes vão levar para os cinemas histórias inspiradas na vida e obra de Russo. Antonio Carlos Fontoura vai filmar Somos Tão Jovens, longa de ficção baseado no início de carreira do artista, a ser vivido nas telas pelo ator Thiago Mendonça. René Sampaio vai dirigir Faroeste Caboclo, ficção inspirada na música homônima de Russo.

O CD Duetos usa recursos tecnológicos para juntar a voz do artista às de nomes como Fernanda Takai, Caetano Veloso e Laura Pausini. O disco traz à tona dueto de Russo com Marisa Monte extraído de fita guardada pela cantora. Marisa e Renato cantam “Celeste”, versão inicial de “Soul Parsifal”, única parceria de ambos. Mas o encontro mais inusitado é com Dorival Caymmi (1914 – 2008). O registro do samba-canção “Só Louco” vem do extinto programa de tevê Por Acaso, apresentado por José Maurício Machline.

O show, Meu Segredo Mais Sincero, vai ser feito pela cantora Leila Pinheiro em abril. O repertório vem do já gravado disco homônimo que Leila pretende lançar ainda este ano. Ela recria canções de Renato como as que inspiraram os 20 contos reunidos no livro Como se Não Houvesse Amanhã (Record, 160 páginas, R$ 32,90). Escolhidos entre a cena literária contemporânea, os autores escreveram histórias em sintonia com a melancolia recorrente no cancioneiro de Russo.

 

sonoras

Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação

Live at the Olympia
Ray Charles
O charme deste registro ao vivo de Ray Charles (1930 – 2004) é o fato de perpetuar show feito fora dos padrões, por força das circunstâncias. Uma greve no aeroporto de Lisboa impediu que boa parte da big band de Charles chegasse a tempo da apresentação captada em 22 de novembro de 2000. Com seu grupo reduzido, o cantor se viu obrigado a fazer um show de caráter mais íntimo. Live at the Olympia sai em CD e DVD.

Mundialmente Anônimo
Maquinado
Maquinado é o projeto solo de Lúcio Maia, guitarrista da banda Nação Zumbi. Neste segundo álbum, o músico se vale de distorções e psicodelia para registrar repertório marcado por grooves fortes. A novidade é que Maia se arrisca mais como cantor. Já a inluência de Jorge Ben Jor – que tem sua “Zumbi” recriada no CD – é recorrente, mas sempre bem-vinda. Musicalmente, Maquinado recicla sem obviedade elementos de rock, samba, dub e rap.

 

Fotos: Divulgação

Top 5 Wagner Tiso

O compositor dirige a série de shows MPB & Jazz, que na quinta-feira 8 promove no Canecão (RJ) uma homenagem a Dolores Duran. Tiso elege suas músicas preferidas da cantora:

“Estrada do Sol”
“A Noite do Meu Bem”
“Fim de Caso”
“Por Causa de Você”
“Castigo”




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