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Drama
Atrizes dominam a cena
Trabalhos de interpretação são valorizados em montagem de Naum Alves de Souza

Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho dividem o palco em Sopros de Vida

David Hare escreveu Sopros de Vida como um veículo para duas atrizes. Natural, portanto, que os trabalhos de Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho sejam valorizados na montagem de Naum Alves de Souza. Nathalia preenche com imagens precisas as suas falas, estimulando a imaginação do público (em especial, no monólogo final), e Rosamaria acerta na dose de discrição ao mostrar-se surpreendentemente contida em se tratando de uma intérprete conhecida pela verve cômica.

Em cena, duas mulheres (ex-esposa e ex-amante) travam um duelo por um mesmo homem. Hare apresenta personagens bastante diferentes para revelar, ao longo da peça, que elas são menos contrastantes do que parecem. Em graus variáveis, mantiveram-se atadas ao passado. Passeio pelo tempo, Sopros de Vida ganhou concepção convencional de Naum, que concentrou o foco no texto e nas atrizes, sem arriscar voos autorais. O diretor também hesitou em podar excessos na parte técnica, exceção feita à trilha sonora de Edgar Duvivier, que pontua a ação com suavidade. (14 anos) D.S.W.

 

CCBB – R. Primeiro de Março, 66, Rio, tel. (21) 3808-2020. Até 28/3.



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