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A última era de ouro do cinema americano
Como a Geração Sexo-Drogas-E-Rock' n' Roll Salvou Hollywood faz um retrato dos sets nos anos 70, com cineastas falando sobre brigas e entorpecentes

STAR WARS E TUBARÃO marcaram o fim de uma era. A partir deles, os blockbusters e seus rendimentos extraordinários passaram a ser o objetivo dos estúdios de Hollywood, que, antes, valiam-se do trabalho de jovens cineastas, fãs dos chamados "filmes de arte" europeus, dirigindo com liberdade.

Nesse clima, surgiram Martin Scorsese, Robert Altman, Francis Ford Coppola e filmes como Taxi Driver, O Poderoso Chefão, Chinatown, que tiveram, nos bastidores, brigas, acessos de loucura, prisões, uso de drogas. É isso o que conta Como a Geração Sexo-Drogas- E-Rock' n' Roll Salvou Hollywood (Intrínseca, 520 págs., R$ 44,90), de Peter Biskind. O autor coloca Sem Destino como o marco do início dessa que alguns chamam de "a última era de ouro de Hollywood" e revela os lances de bastidores.

"Eu sou o responsável pelo problema da cocaína nos Estados Unidos. Não havia cocaína nas ruas antes de Sem Destino. Depois de Sem Destino, estava por toda parte", contou o Dennis Hopper. Com a mesma franqueza, outra centena de cineastas, produtores, roteiristas e atores conta como trabalhavam e quanto brigavam. Biskind lembra de episódios como a vez que Scorsese foi à cerimônia do Oscar escoltado pelo FBI, quando Taxi Driver foi indicado a melhor filme e revela coisas como o fato de George Lucas, ansioso, cortar os cabelos compulsivamente enquanto escrevia Star Wars.

Li e gostei Antonio Fagundes

"O Andar do Bêbado, de Leonard Mlodinow, me encantou muito. É sobre a aleatoriedade, o acaso como ciência. Estou lendo um outro agora, O Culto do Amador, de Andrew Keen, sobre a democratização da internet" (Jorge Zahar, 264 e 207 págs., R$ 39 cada)

Antonio Fagundes é ator e está em cartaz com a peça Restos

 



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