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Susan Boyle no topo
Campeão de vendas no Exterior, o disco em que a escocesa regrava baladas de Rolling Stones e Madonna chega ao Brasil

Fotos DIVULGAÇÃO
A cantora que surgiu no Britain's Got Talent está de visual repaginado

O SUCESSO COMERCIAL do primeiro álbum de Susan Boyle, I Dreamed a Dream, sinaliza que o sonho de virar cantora profissional é realidade para essa senhora escocesa de 48 anos que virou celebridade mundial ao defender no programa de calouros Britain's Got Talent o tema do musical Les Misérables que dá nome ao CD.

Produzido por Simon Cowell, um dos jurados da atração da tevê inglesa, o disco bateu recordes de pré-vendas nos Estados Unidos e já vendeu na Inglaterra 130 mil cópias somente no primeiro dia em que chegou efetivamente às lojas. No Brasil, o CD está sendo lançado esta semana pela Sony Music. I Dreamed I Dream confirma a afinação e a emissão exemplares da voz de Boyle.

Cantora que descende da linhagem de Barbra Streisand e Celine Dion, mas sem as afetações da última, Boyle uniformiza com seu canto límpido standards do cancioneiro gospel e baladas dos repertórios de Rolling Stones ("Wild Horses", 1971) e Madonna ("You'll See, 1995). Cordas e corais dão ao álbum tom grandiloquente que padroniza as 12 interpretações, ainda que Boyle arrisque registros mais suaves em uma ou outra faixa, caso de "Daydream Believer", tema do repertório dos Monkees. I Dreamed I Dream é álbum feito para o grande público e, por isso mesmo, tem cacife para ser o campeão de vendas no Natal.

Mauro Ferreira

 

Top 5 Bruno

O cantor, que no sábado 5 se apresenta com o parceiro Marrone no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, conta quais os artistas que mais influenciaram sua carreira:

Tião Carreiro & Pardinho e duplas antigas em geral
Luís Miguel
Roberto Carlos
Chitãozinho & Xororó
Phil Collins

 

Sonoras

Cantora, Mercedes Sosa
A morte de Mercedes Sosa, em 4 de outubro, motivou o lançamento no Brasil de versão condensada do álbum duplo que encerrou a discografia da intérprete argentina. A edição nacional apresenta 19 dos 35 duetos gravados por Sosa com colegas de diversos países. A voz de Sosa já estava debilitada, mas o projeto tem força por ser espécie de testemunho de fé da artista. Caetano Veloso e Daniela Mercury marcam presença. Inclui DVD que documenta a gravação do disco.

Reality Killed the Video Star, Robbie Williams
O britânico surpreendeu ao confirmar a gravação de músicas inéditas com os ex-colegas do Take That, a boyband que o revelou. A notícia veio no momento em que Williams lança álbum para tentar se redimir do fracasso comercial de Rudebox (2006), seu disco anterior, marcado por programações eletrônicas e incursões pelo universo dance. Reality Killed the Video Star é menos ousado. O cantor transita por pop, baladas, um ou outro rock e referências a disco music.

Phrazes for the Young, Julian Casablancas
Enquanto o grupo The Strokes supera desentendimentos e se prepara para entrar em estúdio em janeiro, seu vocalista Julian Casablancas volta à cena com seu primeiro álbum solo. Primoroso, o disco se distancia da pegada roqueira do Strokes. Com referências ao som dos anos 80, Casablancas apresenta mosaico pop intimista formado por apenas oito (boas) canções. "Glass" é um dos destaques. M.F.

 



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