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SÉRIE
A rotina da brutalidade
Sons of Anarchy, do canal FX, usa da violência quase interminável para tratar de uma gangue de motoqueiros

Charlie Hunnam, que interpreta Jax, parece um Brad Pitt mais jovem

Série exibida pelo FX às quintas-feiras, às 22h, Sons of Anarchy foi muitíssimo elogiada quando de sua estreia nos Estados Unidos. Já está na segunda temporada por lá. É realmente uma boa produção, que tem bons atores, trilha sonora descolada e fotografia bonita, para falar sobre uma gangue de motoqueiros.

Numa pequena cidade da Califórnia, eles mandam e desmandam. No primeiro episódio, Clay (Ron Perlman), o chefe do bando, diz isso com todas as letras. Nada acontece no lugar sem que eles saibam. Ele é padrasto de Jax (Charlie Hunnam, que parece um Brad Pitt mais jovem), filho do fundador da gangue e que pensa em deixar aquela vida, não apenas porque seu filho acaba de nascer com problemas devido ao vício em drogas da mãe do bebê, como também por achar um documento escrito pelo pai - e cujo conteúdo é revelado aos poucos.

A mãe de Jax é Gemma (Katey Sagal), uma espécie de versão feminina de Tony Soprano (The Sopranos). Essa dúvida do protagonista, no entanto, fica perdida no ar com a onda de brutalidade que toma conta da série. Numa das cenas, depois de espancar até quase a morte o traficante que vendia drogas à ex-mulher, Jax ouve de um dos membros da gangue que o pai dele ficaria orgulhoso.

E ele não demonstra nenhum tipo de dúvida moral. São mortes, tiroteios, pancadarias sem-fim e muitas considerações politicamente incorretas que, em pouco tempo, soterram qualquer comparação com Easy Rider. A série é boa, mas a história e seus personagens poderiam ser mais interessantes se não exigissem tanto estômago do telespectador para aguentar os mais de 50 minutos de atrocidades. Aina Pinto

 



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