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AVENTURA
O fim do mundo, outra vez
A trama é rala, mas 2012 funciona como show de efeitos sonoros e visuais

COLUMBIA TRISTAR
John Cusack é o herói da vez no novo filmecatástrofe

NEM A COPA DO MUNDO DE 2014 e muito menos a Olimpíada de 2016 vai acontecer. Se depender do calendário maia, em 2012 não vai sobrar pedra sobre pedra no planeta. A profecia anuncia o fim dos tempos em 21 de dezembro daquele ano, quando o sol sofreria tempestades e a onda de calor provocaria terremotos capazes de deslocar continentes. Em resumo: o caos.

Quem viver verá, mas o cineasta Roland Emmerich não perde tempo e trata de lucrar em cima da teoria apocalíptica com 2012. É preciso elevar ao cubo a destruição em massa que ele promoveu em Independence Day e em O Dia Depois de Amanhã para se ter ideia da dimensão do estrago. Para os fãs do cinema-catástrofe, é programa obrigatório.

Quem espera uma trama com certa densidade, esqueça, pois os clichês se amontoam na história do pai separado (John Cusack) que faz malabarismos para tentar salvar a ex-mulher, os filhos e o novo marido dela. A única chance de sobreviver é embarcar em uma das arcas construídas em segredo pelos governos das nações mais ricas do mundo, e cujo assento custa um bilhão de euros por pessoa. As embarcações são de matar Noé de inveja.

(Classificação Indicativa: a conferir) Suzana Uchôa Itiberê

 



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