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Museu de grandes novidades
Primeira exposição solo do fotógrafo Daniel Malva invade os fundos da loja de Alexandre Herchcovitch, na Galeria Mezanino, em São Paulo

Um é pouco, dois é bom , três é ...demais!

Terceira edição do pense moda fomentou novas ideias e gerou debates calorosos no teatro da Faap, em São Paulo

DIA 1

No primeiro dia do Pense Moda, o destaque ficou com cecilia Dean, criadora e cofundadora da revista Visionaire, uma das mais conceituais do mundo. Para ela, "a indústria da moda começou a fazer uso efetivo da internet como ferramenta de mídia com relativo atraso. até mesmo no quesito conteúdo, na exploração da imagem em movimento, a presença da moda na internet ainda é extremamente tímida se comparada a outras áreas como vídeo e música."

A discussão promovida por cecilia Dean serviu de introdução para a próxima atração: uma mesa redonda cujo objetivo era discutir o futuro da mídia. com mediação de alexandre Mathias (editor do caderno link, do jornal O Estado de S. Paulo), nomes como andrea Bisker (diretora para a américa latina do WGSn), Paulo caruso (diretor de filmes da O2), alexandra Farah (jornalista e blogueira do FilmeFashion), Sebastian Orth (da Surface to air) e Fernand alphen (diretor de planejamento da F/nazca) discutiram importantes pontos sobre a mídia no Brasil e como nossas empresas enxergam a relevância da internet neste cenário. a conclusão? O futuro do conteúdo de moda está na internet.

DIA 2

Economia e criatividade foram a pauta do segundo dia do evento. Para o mediador da mesa, o diretor da faculdade de artes plásticas da Faap, Silvio Passarelli, os problemas que o Brasil enfrentou recentemente na indústria da moda se devem ao fato de que os gestores conhecem pouco sobre o funcionamento do setor criativo.

"É extremamente necessário haver cursos de gestão para formar administradores que saibam trabalhar com profissionais e empresas onde a criação é o núcleo do negócio." ao lado dele, os estilistas Fause haten e Marcelo Sommer participaram da discussão, já que ambos perderam o direito de usar seus próprios nomes como marcas por conta de más negociações. na sequência, os franceses Maroussia rebecq e Jean Michel Bertin atestaram que criatividade não depende diretamente de dinheiro: reciclagem e economia criativa são duas saídas possíveis para o negócio da moda.

DIA 3

No último dia, o evento foi encerrado com chave de ouro. Direto da noruega, o filósofo lars Svendsen soltou o verbo: "a crítica de moda ainda é muito amadora". atualmente, Svendsen enxerga a crítica num estágio ainda imaturo e muitos dos textos publicados são uma grande mistura de opiniões sem fundamento e exaltações, que não levam em conta os acontecimentos na indústria. na outra extremidade, a indústria da moda ainda não entende o papel de avaliador que a imprensa pode ter sobre determinados trabalhos criativos.

Logo depois, o editor de moda da revista MAG!, Paulo Martinez, causou o maior alvoroço ao declarar que os jovens de hoje acham que sabem tudo, mas o que eles precisam mesmo é estudar e ser um pouco mais... humildes.

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