A JET SETTER Adriana Bittencourt elegeu três dos inúmeros lugares que visita todo ano para se inspirar e criar a coleção da Nour (luz, em árabe), sua marca de roupas e acessórios. Além de Saint Barth, no Caribe, e Saint-Tropez, na França, é na ilha de Capri, na baía de Nápoles, que a designer busca referências para suas peças e, de quebra, desfruta do mais alto requinte italiano. “Junho é a época que eu mais gosto. Não é muito cheio e a gente sempre encontra personalidades ilustres, como Valentino”, diz.
Com seu inseparável chapéu-panamá e inúmeras kaftans e túnicas, algumas assinadas por ela mesma, Adriana aproveita o clima low profile para curtir o dia. “Gosto de acordar cedo, tipo 8h30 e, depois de tomar um supercafé da manhã, faço jogging pela Via Krupp, que tem a melhor vista de todas”, conta.
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Durante a semana, reveza-se entre passeios de barco pela costa da ilha e visitas à sua praia favorita, a La Fontelina. “Nos fins de semana, fica lotado e prefiro ficar na piscina do hotel.” Entre as luxuosas opções da ilha, Adriana adorou hospedar- se no novíssimo J.K Place, do amigo Costanzo de Angelis. “O hotel fica um pouco longe da Piazzetta, mas tem um barco sempre à disposição dos hóspedes até a meia-noite. E depois é tão charmoso pegar um daqueles táxis conversíveis 100% Capri que vale a pena”, ressalta. Das belezas locais, a designer destaca o Arco Naturale e o Pizzolungo, formações rochosas naturais que garantem uma vista simplesmente incrível. Como não dispensa boas compras, ela aconselha: “sandálias rasteiras feitas à mão, um legítimo limoncello (típico licor local à base de limão) e os finos relógios capreenses”
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