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Elas fazem a Hermès
Pascale Mussard e Beatriz Gonzalez: duas mulheres por trás do nome e algumas histórias da marca, que traduz exclusividade no mundo e que acaba de chegar ao Brasil

Silviane Neno

fotos Murillo Constantino/ Ag. IstoÉ
Um dos ambientes da nova loja em São Paulo
Fotos Startracksphoto
Acima, Katie Holmes e sua Birkin, nas ruas de Nova York, e Victoria Beckham com uma das peças da gigantesca coleção

A Birkin Bag é um desses cases de sucesso difíceis de ser explicado. O modelo criado exclusivamente para ela no início dos anos 80 é um dos objetos mais desejados por nove entre dez mulheres chiques e famosas. Katie Holmes, Carla Bruni, Sarah Jessica Parker, claro, e Julia Roberts são fãs e donas de várias peças. Victoria Beckham tem quase cem delas para combinar com seus modelitos. “Tudo isso aconteceu por causa de um encontro num avião entre a Jane e meu tio Jean-Louis Dumas”, conta Pascale. “Quando ela se aproximou dele, as coisas que estavam dentro da bolsa dela caíram por todo o chão do avião. Ele a ajudou a pegar tudo e pôr de volta, claro, mas disse que se ela quisesse, faria uma bolsa exclusiva. “Faço uma bolsa para caber tudo o que você precisa, e ela será elegante o suficiente para me dar orgulho”, disse. Voilà!

Para entender o fenômeno: quando Jane Birkin se apresentou pela primeira vez em Nova York, os jornalistas, em entrevista coletiva, só perguntavam sobre a bolsa. Até que a própria Jane interveio e pediu: “Será que agora poderíamos falar sobre o show?” O fetiche fez da peça a campeã de vendas da marca ao lado da Kelly – batizada em homenagem à Grace Kelly, em 1956. Para conseguir uma Birkin é preciso esperar de seis meses a dois anos, dependendo do material escolhido. A clássica é forrada com couro de cabra, e, todas, sem exceção, são feitas manualmente pelo mesmo artesão, do início ao fim. O preço pode chegar a até 100 mil euros, como o modelo croco ou a incrustada com diamantes.

A espanhola Beatriz Gonzalez é o nome por trás da distribuição da marca no Brasil. Formada em economia nos Estados Unidos, ela diz não saber, no entanto, o que exatamente estará à venda na loja paulistana. “Cada país tem a liberdade de escolher seus produtos de acordo com o perfil de seus clientes”, afirma. “Quando um cliente viaja, ele irá encontrar coisas diferentes na loja da França, na Índia, na Itália, por exemplo. Cada loja é única, tem suas próprias características, tudo depende da demanda”. Traduzindo: teremos um estoque de Birkins e Kellys? Sim, e não é verdade que já exista uma lista de espera aqui. Ufa!

A Hermès chega ao Brasil enquanto a marca já trabalha a nova coleção, que só desembarca no País daqui a dois anos. “Haverá muitas suitcases”, informa Pascale. Cada coleção chega a ter 15 mil novas peças de cores. A cada seis meses os profissionais da criação têm o desafio de surpreender com novos tons, novos tipos de couros de crocodilos, um mix de tecido e materiais sempre diferentes. Fora o que os clientes pedem.

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