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O universo masculino de Santiago Nazarian
O Prédio, o Tédio e o Menino Cego aborda o rito de passagem para o mundo adulto

Fotos DIVULGAÇÃO
Nazarian é destaque entre a nova geração da literatura brasileira

O ESCRITOR SANTIAGO NAZARIAN é um dos destaques da nova geração de escritores brasileiros, ao lado de Daniel Galera e João Paulo Cuenca. Ele ganhou notoriedade ao vencer, logo com o livro de estreia, o prêmio Conrado Wessel de Literatura de 2003. Seu novo romance, O Prédio, o Tédio e o Menino Cego (Record, 344 págs., R$ 49,90), conta a história de um grupo de jovens que vive em um prédio semiabandonado, cada vez mais inclinado, à beira de um mar sujo.

Há um excesso de personagens, inicialmente conhecidos apenas por características, como O Gordo, O Narciso, O Andrógino, em um universo essencialmente masculino que mescla a sexualidade latente ao descaso e falta de rumo adolescente. O rito de passagem para o mundo adulto permeia a narrativa, e o estilo desesperançado, em meio ao caos, lembra um dos grandes ficcionistas brasileiros, Ignácio de Loyola Brandão, especialmente em Não Verás País Nenhum. Mas Nazarian tem personalidade, e o resultado é bem provocante. Marcelo Lyra

 



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