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As paixões de Antonio Calloni
Casado há 14 anos, pai de um adolescente, o ator rejeita o clichê de família perfeita e conta como surgiu seu interesse por vinhos

Tatiana Ferreira Fotos Daniela Dacorso/Ag.IstoÉ

O ator desenvolveu a paixão pelo vinho ainda criança e hoje é um verdadeiro sommelier. "Quando eu era pequeno tomava misturado com água"

"Estou sem empregada hoje e vou ficar devendo o cafezinho", desculpa-se Antonio Calloni ao sair da cozinha trazendo nas mãos uma bandeja com uma jarra com água e alguns copos. A cena, que a princípio pode parecer comum, traduz o estilo de vida da família Calloni. Casado há 14 anos com a jornalista Ilse Rodrigues e pai de Pedro, com a mesma idade de sua união com a mulher, o gaúcho de 47 anos não vende a imagem de patriarca de uma família perfeita. Aliás, o ator faz questão de deixar o clichê de "superfelizes" de lado. "Isso não existe. Minha família não é perfeita e a gente nem tem que buscar a perfeição", diz ele. "Precisamos, sim, lidar com erros, acertos e saber que as divergências fazem parte do show", avalia.

"Sei que existem vários 'César' por aí. Mas lá em casa, essas atitudes são exemplos de como não se deve agir"

Assim como no papel que interpreta em Caminho das Índias, o ator também é pai de um adolescente, mas diz que sua relação com Pedro é saudável sem nenhuma semelhança com seu personagem, que adota uma forma permissiva de educar o filho rebelde interpretado por Duda Nagle. "Fico feliz com a repercussão do personagem e sei que existem vários 'César' por aí. Mas lá em casa, essas atitudes são exemplos de como não se deve agir", compara. Ele se enche de orgulho quando o assunto é sua relação com o filho. "A gente aprende a educar, não nasce sabendo, mas acho que as coisas estão indo bem em relação ao Pedro", diz. O ator ressalta que, apesar da correria do dia a dia, não abre mão do diálogo com o menino. "Conversamos sobre tudo, mas tenho o cuidado de não ser invasivo. Quando o Pedro está com os amigos dele, não fico entrando no meio e dando uma de amiguinho, que não pega nem bem. Fica meio ridículo", diverte-se.

A faceta de pai dedicado é apenas uma das muitas desse ator que contabiliza 31 anos de carreira e seis livros de romance e poesia publicados. Descendente de família italiana, Calloni desenvolveu a paixão pelo vinho ainda criança e hoje é um verdadeiro sommelier. "Sempre gostei muito de vinho. É uma coisa que vem de família. Quando eu era pequeno tomava misturado com água", lembra. O interesse pelo assunto se tornou maior em 2004, quando se inscreveu em um curso de iniciação na Associação Brasileira de Sommeliers. Dalí em diante, Calloni foi adquirindo ainda mais conhecimento por meio de leitura e degustações. Hoje, é um dos sócios da ABS. "Adoro apreciar um bom vinho com os amigos. Eu gosto da bebida, do assunto, dos sabores, dos aromas, da história", diz ele, que se define como uma pessoa em movimento e buscando sempre mais. "Estou realizado, mas quero outras coisas, não acabou ainda. O estar realizado pressupõe o fim, a falta de movimento e o que eu quero é sempre mais."

 



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