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No longametragem, a pedra mágica realiza os desejos de quem a segura
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AO TOMAR PARA SI todas as funções principais de seus filmes, Robert Rodriguez desenvolveu estilo bem característico que funcionou quando ele se voltou ao cinema infantil em 2001, com Pequenos Espiões. A Pedra Mágica é a mais nova incursão do cineasta nessa seara. Uma pedra que realiza os desejos de quem a segurar aparece na cidadezinha de Black Falls, onde todo mundo trabalha para a Black Box, empresa que fabrica um gadget de mil e uma utilidades - de celular a torradeira.
Passando de mão em mão, a tal pedra mágica vai causando confusão: surgem extraterrestres, crocodilos e até uma meleca gigante. A história é divida em episódios não lineares, que vão e voltam no tempo, com a ajuda de teclas de "pause", "rewind" e "forward" que aparecem na tela. Com a profusão de seres em computação gráfica e esse ritmo alucinante, está na medida para a geração videogame. Perdidas entre tanta informação estão tiradas de humor, sacadas espertas (como a história coadjuvante dos irmãos que brincam de "não piscar") e críticas ao mundo moderno em que a tecnologia substitui o calor humano
(Livre) Marina Monzillo