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A volta do suingue
No embalo do documentário sobre sua carreira, Wilson Simonal é revivido com coletâneas, tributos e reedições de discos

ARQUIVO AG. ISTOÉ
Simonal foi o primeiro popstar negro do Brasil

SUCESSO DE PÚBLICO E CRÍTICA, o documentário Ninguém Sabe o Duro que Dei não absolve Wilson Simonal (1938 - 2000) da acusação (nunca provada) de ter sido informante dos agentes de repressão do governo militar nos anos 70.

Mas o filme sentencia o que todos que testemunharam o apogeu do primeiro popstar negro do Brasil sempre souberam: Simonal foi um dos grandes cantores do País, pela voz afinada, a divisão peculiar e o suingue ímpar. Um balanço que, no embalo do êxito do filme, vai ser revivido até o fim do ano com coletâneas, reedições dos discos do artista e com o lançamento de CD e DVD que registra, ao vivo, o tributo prestado ao cantor este mês em show feito por nomes como Caetano Veloso.

Por ora, já está nas lojas a coletânea Um Sorriso pra Você, que reúne fonogramas dos quatro álbuns gravados por Simonal para a Philips, entre 1972 e 1974, período em que ele já amargava o desprezo de toda a MPB. Quatro faixas são inéditas no Brasil. Também inédito no mercado nacional é o álbum México 70, incluído na caixa Wilson Simonal na Odeon 1961 - 1971, que embala os discos da fase áurea do cantor e será reeditada ainda este ano.
Mauro Ferreira

 



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