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O galã está de volta
Feliz por viver mais um sedutor numa trama de Manoel Carlos, José Mayer enaltece sua química com Taís Araújo

Macedo Rodrigues

José Mayer não esconde a felicidade em voltar a seu habitat natural: a pele do galã romântico e pegador, regido pelo texto de Manoel Carlos pela sexta vez. Não que ele tenha desgostado de interpretar o lunático Augusto César, na novela A Favorita, mas lamentou não ter sequer visto Taís Araújo em cena na trama de João Emanuel Carneiro.

"Mas também, eu vivia confinado naquela bolha, né?" Agora, com Maneco, elogia os cenários escolhidos como Paris e Búzios. Foi no intervalo de uma gravação no balneário fluminense que o ator, bem-humorado, disse estar encantado com Taís, assegurando que, entre eles, "o clima amoroso já se instalou".

O que está achando de Marcos, seu personagem?
Ele está inserido num contexto que tem grande potencial dramático, pois se encontra numa espécie de esquina, onde confluem muitas mulheres (risos). Isso significa muito texto pra decorar e muitos conflitos com atrizes excepcionais. Na trama, sou ex-marido de Lilia Cabral, pai de Alinne Moraes e tenho envolvimento com Giovanna Antonelli e Taís Araújo. Será que eu vou dar conta? Mas estou muito confortável voltando a fazer o meu velho personagem de conquistador

Mas o Augusto César, seu personagem em A Favorita, pegou a Juliana Paes, a Giulia Gam e a Cláudia Raia... É mesmo?
(Risos). Mas o problema é que ele terminou a novela com o Leonardo Medeiros (risos).

Você nunca vai fazer um padre na sua carreira, ou algo contrário ao tipo conquistador?
O tempo me faz caminhar para isso. Daqui a pouco chegarei aos padres e avôs e saberei quando esse tipo conquistador deve chegar ao fim. Por enquanto, ele tem funcionado porque essa história de homens na minha idade que se apaixonam por mulheres novas é muito plausível. E hoje, para espanto geral, acontece o inverso, mulheres maduras se envolvendo com garotos muito jovens, o que não é moralmente criticável. O amor não tem padrões.

Está gostando de gravar em Búzios?
Embora seja um homem da serra, esse ruído das ondas é muito bom por uma temporada. Aliás, não posso me queixar, porque comecei a gravar em Paris, enquanto o pessoal ralou no deserto entre muçulmanos, naquela cultura hostil. Tive a sorte de estrear em Paris, nos jardins do Louvre, em cenas românticas com a Taís, com muitos beijos e nenhum texto (risos).

É um casal com química?
Sim, porque essa química é de consentimento, de aceitação. Quando você se propõe a se apaixonar por uma pessoa, é fantástico. Bons atores profissionais fazem isso num passe de mágica. Com a experiência, a gente faz num átimo. A Taís é uma atriz espetacular, receptiva e o clima amoroso já se instalou, sem necessidade de texto nem de processos complicados. Foi maravilhoso.

ag. news
No intervalo das gravações, José Mayer elogia Taís Araújo e diz que vai chegar a hora de colocar um ponto final nos personagens conquistadores

 



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