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A Escalada de André Arteche
Destaque em Caminho das Índias, o ator gaúcho conta que na infância ganhou um concurso de imitações, sonha apresentar um programa para jovens e diz que se diverte com o assédio feminino nas ruas

Tatiana Ferreira

Foto Daniela Dacorso/ Ag. IstoÉ
Foto Daniela Dacorso/ Ag. IstoÉ
Foi numa festa, em que conheceu Lázaro Ramos e Wagner Moura, que o ator decidiu não voltar mais para o conforto de Porto Alegre, sua cidade natal

André Arteche sempre destoou de seus amigos de infância em Porto Alegre. Enquanto os outros meninos sonhavam ser astronauta, veterinário ou piloto de avião, o que ele queria mesmo era ser ascensorista ou caixa de supermercado. Com jeito divertido, ele explica suas escolhas argumentando que tinha fixação por botões e teclados. Mal sabia ele que, por trás daquele desejo pouco comum a crianças de sua idade, se escondia o talento para as artes, descoberto aos 6 anos, quando, mesmo sem saber ler, começou a tocar piano. "Eu adorava teclas", conta o ator que vem chamando a atenção do público como Indra, o rapaz que não resiste aos encantos da sedutora personagem de Dira Paes em Caminho das Índias. Pouco antes, com 3 anos, ele já divertia a família nos vídeos caseiros em que aparecia fazendo imitações dos personagens do extinto programa de humor Escolinha do Professor Raimundo. "Com 8 anos eu ganhei um concurso de imitações", orgulha-se.

Aos 18 anos, tinha acumulado trabalhos como modelo e em comerciais de televisão e decidiu morar sozinho no Rio de Janeiro. O papel de protagonista do filme Houve Uma Vez Dois Verões, de Jorge Furtado, serviu como cartão de visita em sua chegada à Cidade Maravilhosa. Caçula de três irmãos, ele reconhece que a opção por sair de sua cidade natal, onde já era conhecido e respeitado, e chegar a um lugar desconhecido foi uma experiência difícil. "Foi um choque. No Sul, eu era conhecido, aqui, eu não era ninguém", lembra. André não tinha dúvidas de que aquele esforço seria recompensado e conta que em momento algum se arrependeu de ter aberto mão do padrão de vida que tinha na casa dos pais para morar em um conjugado em Copacabana. "Foi complicado deixar para trás meu carro, meu quarto, meus amigos, minha namorada e chegar em um lugar onde eu era apenas mais um."

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