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DNA brasileiro
Estamparia, tecidos leves, suingue e sangue bom: Isabela Capeto e Neon (por Dudu Bertholini e Rita Comparato) remontam o código genético da moda nacional na temporada do verão 2010

A riqueza do trabalho artesanal na coleção de Isabela Capeto para o Verão 2010

A crítica ainda precisa se especializar no Brasil. Por aqui, a imprensa teima em agir como se estivesse vendo uma apresentação parisiense: cobra das grifes brasileiras como se elas fossem europeias. Isso é um equívoco. Primeiro, porque a moda nacional é toda uma outra história, inserida num contexto particular, voltada para um público consumidor específico, com um tempo de existência muito diferente dos outros mercados. Não estamos em Paris ou Milão. Um julgamento só pode ser válido quando é feito assim, isento de preconceitos, livre de amarras. Com esse pensamento a tiracolo, fica fácil encontrar o nosso DNA em desfiles como os de Isabela Capeto e Neon.

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