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Adoção
"Ninguém sabe o tamanho da minha felicidade"
A jornalista Glória Maria conquista a guarda provisória de Maria, de um ano, e Laura, de seis meses, em Salvador, diz que nasceu para ser mãe e volta à televisão em janeiro de 2010

Rosangela Honor

FABIANO CERCHIARI/AG. ISTOÉ
"Estou muito feliz. Parece que nasci para adotá-las e elas para serem minhas filhas. Elas são a minha cara", diz a jornalista que antes de conhecer Maria e Laura, dizia que não teria filhos

Quando deixou o Fantástico, em dezembro de 2007, Glória Maria sequer sonhava com os rumos que sua vida tomaria a partir dessa decisão. Na cabeça da apresentadora passavam desejos prosaicos como descansar, viajar muito e escrever um livro. Tudo corria dentro do esperado até fevereiro deste ano, quando decidiu fazer um trabalho voluntário em orfanatos de Salvador. E num deles Glória descobriu que, contrariando o que sempre proclamara, nasceu para ser mãe.

As responsáveis por tamanha transformação são as irmãs Maria, de um ano e meio, e Laura, de seis meses. Glória se apaixonou pelas duas assim que as conheceu numa instituição. Imediatamente entrou com o processo de adoção e há dois meses conquistou a guarda provisória das irmãs. As duas já estão morando com a jornalista no apartamento que alugou em um bairro nobre da capital baiana. "Estou muito feliz. Parece que nasci para adotá-las e elas para serem minhas filhas. Elas são a minha cara", comemora. Glória explica que o processo ainda não terminou.

Maria e Laura estão passando por um período de adaptação até que a adoção definitiva seja sacramentada pela Justiça, o que deve acontecer em pouco tempo. "Mas elas já são minhas dependentes em tudo, inclusive na Globo", revela a jornalista, que contratou duas babás para ajudá- la nos cuidados com as crianças. "Mas faço tudo: dou banho, dou mamadeira, troco fraldas. Eu não durmo mais, meu quarto é em frente ao delas para que eu possa vê-las a noite toda", conta. Inicialmente, Glória alugou um apartamento pequeno, mas quando decidiu adotá-las, transferiu-se para um mais confortável e preparou um quarto especialmente para elas.

A jornalista deve continuar em Salvador até novembro, período no qual deve ser decretada a guarda definitiva das crianças. Além disso, será o tempo necessário para concluir as obras do seu apartamento no Rio. "Coloquei o apartamento abaixo para recebê-las. Estou adaptando tudo para as duas", explica. A jornalista voltará a trabalhar em janeiro de 2010. Embora sua nova função na emissora não esteja definida, ela sabe que a partir de agora tudo será diferente. "Nunca quis ter filhos. Minhas afilhadas eram, e são, como filhas. Sempre disse que não queria filhos como se eu fosse dona da verdade, como se pudesse controlar isso", diz. Glória conta que decidiu fazer trabalho voluntário em orfanatos baianos depois de passar uma temporada na África, trabalhando com crianças, e na Índia, onde também atuou como voluntária com monges budistas e com crianças.

Assim que chegou à Bahia no início do ano, procurou o Juizado de Menores e pediu uma lista dos abrigos. "Em um deles acabei me dedicando mais e conheci as meninas." Assim que resolveu adotá-las, Glória precisou cumprir todos os trâmites legais até conquistar a guarda provisória, após alguns meses. "Minha vida hoje é em função dessas meninas. A Maria já me chama de mamãe. Ninguém sabe o tamanho da minha felicidade."

 



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