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MPB
A volta de Bosco com Blanc
Parceria histórica é retomada em refinado álbum de inéditas de tonalidade cool, calcada no violão

João Bosco canta versos de seu filho no samba "Tanto Faz"

FORAM SETE ANOS sem um álbum de inéditas de João Bosco, mas a espera valeu a pena. Não Vou pro Céu, mas Já Não Vivo no Chão nasce histórico pelo fato de sacramentar a retomada da parceria de Bosco com Aldir Blanc, iniciada nos anos 70 e desativada nos anos 80 por desentendimento de caráter pessoal. Retomada em 2006, com a composição do samba que dá título ao humorístico televisivo Toma Lá, Dá Cá, a dupla volta em grande forma em quatro das 13 músicas do álbum. Um dos destaques é o samba "Sonho de Caramujo".

A ausência do tema maroto de Toma Lá, Dá Cá no repertório é justificada. Calcado nos violões tocados por Bosco e por Ricardo Silveira, o disco ostenta refinada atmosfera cool pela qual foram filtrados sambas como "Navalha" e "Tanto Faz", parceria de Bosco com seu filho, o poeta Francisco Bosco.

Aliás, os versos dos demais parceiros - Francisco Bosco, Nei Lopes e Carlos Rennó - exibem o mesmo alto nível das letras de Blanc. Entre canção que celebra Dorival Caymmi ("Desnortes", com vocais em falsete de Bosco) e samba-canção que cita Tito Madi ("Mentiras de Verdade"), o disco se revela sedutor em sua economia. É como se Bosco reverenciasse outro João, Gilberto, mestre do essencial. Mauro Ferreira

Sonoras

Uma Canção no Rádio, Fagner

Prestes a completar 60 anos, Fagner busca os sons joviais do produtor Clemente Magalhães neste CD que dá acento contemporâneo a músicas pautadas por romantismo de tom popular, caso de "Regra do Amor", de Oliveira do Ceará, compositor recorrente entre as dez faixas. Das inéditas, vale destacar "A Voz do Silêncio", uma das melhores parcerias de Fagner com o poeta Fausto Nilo, e "Farinha Comer", colaboração do artista com Chico César, sensível na abordagem da fome, tema bissexto no cancioneiro brasileiro.

Big Whiskey and the Groogrux King, Dave Matthews Band

Diluída em redundantes registros ao vivo e em álbuns de estúdio de menor vigor, a discografia de Dave Matthews Band ganha upgrade com CD de inéditas gravadas em meio ao impacto da morte do saxofonista do grupo, LeRoi Moore, no ano passado. O músico é evocado no desenho da capa (feito pelo próprio Matthews), no solo que abre o disco ("Grux") e em algumas faixas. Réquiem à parte, temas como "Funny the Way It Is" exemplificam a opção da banda por climas mais acústicos. O álbum é pop, ainda que uma ou outra faixa, como "Seven", tenha peso. (M.F.)

Top 5 Liah

Compositora paraense e autora de músicas da ex-dupla Sandy e Jr., Liah está no seu terceiro disco, Livre. Ela conta quais álbuns fazem sua cabeça:

A Triste Partida, Luiz Gonzaga (1964)
Matita Perê, Tom Jobim (1973)
The Globe Sessions, Sheryl Crow (1998)
John Pizzarelli Meets The Beatles, John Pizzarelli (1998)
Eye to the Telescope, KT Tunstall (2004)

 



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