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Os ventos do norte não movem moinhos
Com as assinaturas mais brasileiristas do SPFW, Ronaldo Fraga e Maria Bonita atestam que a identidade da moda nacional pode ser rastreada no nosso sangue latino

Macacões folgados e peças híbridas, no desfile inspirado nas feiras livres

Feira livre S/A

De todas as manifestações brasileiras, as feiras livres estão no inconsciente coletivo. Todo mundo já foi a uma feira, ou para comprar as frutas da semana, ou só para comer aquele pastel especial. Inspirada nesse universo particular, a estilista Danielle Jansen, que comanda a grife Maria Bonita, montou uma passarela completa com caixas de feira, que serviram de pano de fundo para o desfile aparentemente tranquilo, mas cheio de detalhes curiosos. As peças híbridas, que já apareceram em outras coleções, desta vez foram levadas às últimas consequências. Bolsas feitas de rede foram acopladas a camisetas e macacões, vestidos e blêizeres viraram mochilas. Mesmo assim, cheias de conceito, as peças ainda eram totalmente usáveis.

A camiseta, peça-chave da coleção, apareceu em versão micro ou oversize, indo do top ao vestido, sempre com cavas gigantes. Essas cavas, aliás, foram transferidas para as peças de alfaiataria, que ganharam recortes nas costas, bem ventilados. Os tecidos merecem um olhar atento. Os rústicos, feitos em tear manual, exibem em suas tramas misturas de algodão, ráfia e linho. Os tecnológicos são cobertos por resina, no caso dos lisos, ou recebem pinturas manuais, com desenhos gráficos de xadrezes e listras que se misturam livremente. Destaque para as calças de tricô furadinho, tipo "aladim"; para os blêizeres alongados ou bem curtos; os vestidos-camiseta e os macacões folgados. E para os sapatos transparentes que desnudam os pés. Na feira livre da estilista Danielle Jensen, a balbúrdia de cores e informações é filtrada com sofisticação, calma e criatividade.

Sapatos transparentes desnudam os pés da coleção de Danielle Jansen. Acima, tecidos tecnológicos cobertos por resina

 

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