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Tony Ramos e Dan Stulbach em Tempos de Paz
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A SEGUNDA EDIÇÃO do Festival de Paulínia (SP) reúne, a partir da quinta-feira 9, a nata da produção cinematográfica brasileira, tanto no terreno da ficção como no do documentário. Para a abertura foi escolhido À Deriva, de Heitor Dhalia, recentemente exibido no Festival de Cannes.
No encerramento, na quinta-feira 16, o público assistirá a Tempos de Paz, versão de Daniel Filho para a peça de Bosco Brasil, Novas Diretrizes em Tempos de Paz.
No decorrer do festival serão mostrados filmes como Moscou, de Eduardo Coutinho, registro de um processo realizado pelos atores do Grupo Galpão, que, durante três semanas, ensaiaram, sob a condução de Enrique Diaz, As Três Irmãs, de Tchekhov; No Meu Lugar, primeiro longa-metragem de Eduardo Valente, também exibido em Cannes, que entrecruza as trajetórias de uma série de personagens em situação-limite; e O Contador de Histórias, de Luiz Villaça, centrado na história de Roberto Carlos Ramos, menino que cresceu na Febem, mas ganhou novas oportunidades ao conhecer uma pedagoga francesa em visita à Belo Horizonte. Os 12 longas e 12 curtas em competição concorrerão a prêmios que somam R$ 650 mil.
Daniel Schenker Wajnberg
Vi e gostei
Guilherme Berenguer
Não canso de assistir À Procura da Felicidade, com o Will Smith. E um filme mais atual que gostei foi O Curioso Caso de Benjamin Button, que tem um roteiro que te faz refletir de diversas formas"
Guilherme Berenguer é ator e está na novela Paraíso